sábado, 1 de junho de 2013

Resumo Do Livro o Segredo Da Mente Milionária


                                                 Resumo Do Livro o Segredo Da Mente Milionária


     A pessoas que desejam obter mudanças financeiras, mental e emocional. Buscando novos conhecimentos e aprimorando o seu modelo de dinheiro.
O autor divide o livro em duas partes. A primeira diz que o caráter, o pensamento e as crenças são fatores determinantes no grau de sucesso das pessoas. Na vida se tem muitas influencias financeiras. A maior parte das pessoas não atinge o seu pleno potencial, pois agem de forma inconsciente, trabalham e pensam no plano superficial da vida, baseadas somente no que vêem, vivem no mundo visível. O mundo não é só o visível, mas sim físico, mental, emocional e espiritual.
Todos nós temos um plano de dinheiro no subconsciente, é esse modelo, mas do que as outras coisas combinadas, que determina o futuro financeiro. O modelo financeiro de uma pessoa consiste na combinação dos pensamentos, dos sentimentos e das ações em relação ao dinheiro, é formada fundamentalmente de informações que se recebeu no passado, principalmente quando se era criança. Todas as frases que se ouviu quando era criança sobre dinheiro permanecem no subconsciente fazendo parte do modelo que usa para governar a vida financeira. Outra maneira que se forma esse modelo financeiro e o comportamento dos pais quanto ao dinheiro, tende-se a sermos idênticos a eles, a um deles ou a uma combinação dos dois.
Mesmo que se tenha todo o conhecimento e toda a qualificação, se o modelo de dinheiro não estiver programado para o sucesso, estará condenado financeiramente. A razão, ou motivação, para enriquecer ou fazer sucesso é crucial, se possuir uma raiz negativa o dinheiro nunca trará felicidade.
Segundo Eker, “(...) se não formos à raiz da questão e nos livramos do medo, nenhuma quantidade de dinheiro será capaz de nos ajudar”. P.37
A maneira de modificar permanentemente o nível de sucesso financeiro e zerando o modelo de dinheiro. O primeiro elemento da mudança e a conscientização, fazer uma auto-análise, conscientizar-se, observar os pensamentos,...   

Elven R. Silva

A Cabeça de Steve Jobs - RESUMO.....

   
                                                   
  1.      O livro é divido em oito capítulos, que são respectivamente: foco, despotismo, perfeccionismo, elitismo, paixão, espírito inventivo, estudo de caso e controle total. Esses capítulos em conjunto mostram cada uma das faces de Steve Jobs, homem que revolucionou a informática, o cinema de animação e a musica digital, conquistando milhões de fãs.
O primeiro capítulo, “foco”, mostra a queda da Apple e posteriormente a compra da neXT pelo CEO Gil Amélio, a neXT pertencia a Jobs, que voltava depois de 11 anos para Apple como principal conselheiro de Amélio. A principio Jobs relutou em assumir um cargo formal na Apple, pois na época ele já era CEO de outra empresa, a PIXAR, e com seu sucesso em Hollywood relutava em voltar para o setor de tecnologia.
Dias após retornar à Apple Jobs começou a trabalhar, passou semanas fazendo levantamento de todos os produtos da empresa, ouvindo programadores e engenheiros, que explicavam detalhadamente em que estavam trabalhando. Steve explicou que a companhia deveria ter um foco assim como cada grupo individualmente.
Nas semanas seguintes Jobs fez várias mudanças considerando os ativos da empresa como: gerência sênior, a marca, clientes, fornecedores, linha de produtos, dentre outros.
Jobs concentrou a Apple em uma pequena seleção de produtos, quando surgiu o iMac, maquina com cores de frutas arredondada, que veio a se tornar o computador mais vendido de todos os tempos.
Nesse capitulo destacou-se as principais características de Steve no âmbito de suas competências, mostrando os pontos em que ele é bom, como por exemplo: desenvolvimento de novos produtos, apresentação de produtos, realização de acordos. Também foi apresentado os pontos em que Jobs não é bom: direção de cinema, negociação com Wall Street, operações.
No final do primeiro capitulo as lições de Steve são: trabalhe, encare as decisões difíceis, não se deixe levar pelas emoções, seja firme, busque informação, busque ajuda, foco significa dizer “não”, manter o foco, concentre-se no que é bom e delegue o resto.
O segundo capitulo, “despotismo”, inicia-se falando a respeito do sistema operacional do Macintosh. A equipe de programadores da Apple começou a escrever um novo sistema operacional, Copland, mas por ser um trabalho gigantesco a equipe executiva resolveu comprar um sistema já pronto.
NeXT foi o sistema adquirido pela Apple, sistema desenvolvido por Jobs, muito superior ao até em tão usado pela empresa. Por ser um sistema bem superior, abriu-se uma discussão à respeito da interface que seria implementada no sistema, pois era considerada pelo gerente Cordell Ratzlaff, uma tarefa chata, colocar uma interface velha em um sistema novo.
Após dois anos e meio de trabalho por parte de aproximadamente mil programadores, Jobs revelou o Mac OS X, interface com completos efeitos gráficos em tempo real, transparências, sombras e animação. Ao mesmo tempo, Jobs anunciava ser o CEO permanente da Apple, arrancando aplausos do publico presente.
As lições apresentadas por Jobs no fim do capítulo são: seja um déspota, gere alternativas e escolha a melhor, crie os projetos pixel a pixel, simplifique, não tenha medo de começar do zero, evite o efeito Osborne, não cuspa no prato em que come, quando se trata de ideias, qualquer coisa vale, encontre uma maneira fácil de apresentar novas ideias, não ouça seus compradores.
O Capítulo três, “perfeccionismo”, destaca de inicio o ensaio de Steve para a apresentação dos iMacs multicoloridos, as máquinas estariam montadas em um pódio deslizante que assumiriam o centro do palco ao sinal de Jobs.
Jobs queria que as maquinas fossem projetadas em uma grande tela de vídeo, e isso rendeu muito trabalho aos técnicos, que refizeram a iluminação várias vezes, até que as máquinas cintilassem perfeitamente bem no telão. O repórter da time que acompanhou a movimentação não entendia o porque de simples detalhes, até que viu os iMacs entrando em cena com luzes reluzentes sobre eles, o repórter ficou extremamente impressionado.
Um trecho do livro afirma que Jobs é persistente quanto aos detalhes, minucioso, chato, enlouquecendo seus subordinados. Mas isso não seria perfeccionismo exacerbado e sim a busca da excelência.
Acabamentos dignos de um artesão, resultado da observação dos mínimos detalhes, assegura a Apple um bom ganho e uma boa aceitação no mercado, pois para Jobs, designe não é apenas aparência, embora faça parte, designe também significa função.
No inicio de sua carreira de sucesso ainda com o Apple I, não se pensou em designe, mas Jobs percebeu que deveria vender uma coisa realmente acabada, com consumidores que pagassem por isso, então atentou para o designe já no Apple II. Um dos principais resultados disso foi que o Apple II atingiu em 1979 a marca de 49 milhões de dólares vendidos.
Além do produto vendido Jobs se preocupou muito com a embalagem, no caso do primeiro Macintosh a embalagem passaria uma familiarização do usuário com o produto, ritual que vem sendo usado até hoje pela maioria das empresas.
As lições Steve nesse terceiro capítulo foram: não faça concessões, designe é função, e não forma, troque ideias, inclua todo mundo, evite um processo sequencial, gere e teste, não force, respeite os materiais.
No capitulo quatro, “elitismo”, Jobs diz: “No nosso setor, uma única pessoa não consegue mais fazer as coisas. Você cria uma equipe de pessoas à sua volta”.
O sucesso de Jobs sempre dependeu especialmente de sua equipe, atrair pessoas geniais para fazer trabalhos geniais para ele. Exemplo disso é o co-fundador da Apple Steve Wozniak até o gênio do designe Jonathan Ive.
Steve Jobs formou parcerias harmoniosas com algumas das principais marcas mundiais como Disney, Pepsi e as grandes gravadoras de musica. Além de procurar grandes parceiros criativos ele trás a tona o que há de melhor neles, através de incentivos e punições. Steve afirma que “em tudo que já fez valeu apena buscar as melhores pessoas do mundo”.
No livro mostra como Steve trabalhava na Pixar, apresentando a diferença entre a mesma e a Disney. Na Disney o produtor, o diretor, os atores e a equipe trabalham em função de um contrato, todos são autônomos, e na Pixar ocorre o contrário, o diretor, os roteiristas e a equipe técnica são todos empregados assalariados, pessoas que já perceberam o jeito de trabalharem juntas.
Todos os empregados da Pixar são incentivados a fazerem cursos naquilo que desejarem, sendo relevante ou não para seu trabalho. Investimento em pessoas, é o nome mais apropriado para a política da Pixar, onde não há distinção do pessoal de criação, tecnologia e a equipe de filmagem.
Em 1980 quando trabalhava no projeto do MAC, Steve também recrutou os melhores, um grupo seleto e pequeno, pois ele não quis que a equipe do MAC original excedesse a cem pessoas, até para que o projeto pudesse ser administrável, não perdendo o foco.
Na Apple Jobs tem sido o juiz dos produtos, o orientador dos projetos, ele detêm as boas ideias e repassa para uma equipe qualificada pô-las em prática. Jobs seria o escolhedor dos produtos e com isso vem tendo sucesso em cada um dos produtos da Apple lançados recentemente como o iMac, iPod, Mac Book e o Iphone, tornando a Apple uma empresa impulsionada por produtos de sucesso.
Superar a concorrência com anúncios também foi uma das grandes jogadas de Jobs na Apple, inclusive no lançamento do Mac em 1980. Jobs entende a importância da publicidade, pois não basta deter um bom produto, para vender deve-se apresentar aos futuros consumidores.
As principais lições que Steve deixa no capitulo quatro são: demita os idiotas e estabeleça parcerias nota 10, busque a mais alta qualidade, invista em pessoas, não dê ouvidos aos que só dizem “sim”, trave combates intelectuais, dê total liberdade a seus parceiros.
No capitulo cinco, “paixão”, Steve diz “Quero deixar uma marquinha no universo”. Em tudo que Jobs faz há um sentido de missão, e como qualquer fanático ele é apaixonado pelo seu trabalho, e essa dedicação é responsável por uma das principais características de Jobs, seus gritos e berros.
O livro destaca nesse capitulo um dos segredos de Jobs: “não tem importância ser um idiota, contanto que você seja apaixonado pelo que faz”. O mantra de Jobs tem sido tentar tornar o mundo um lugar melhor, e essa paixão impulsiona a grandeza.
Em 1983 quando a Apple tinha apenas seis anos de existência, Steve tentou convencer John Sculley, o presidente da PepsiCo, a administrar a companhia. John ficou tentado com a proposta de Steve, apesar de achar um risco descer do cargo de chefe de uma firma grande para uma arriscada iniciante. Depois de um tempo Steve lançou o desafio a John: “Você quer vender agua açucarada pelo resto da vida ou quer mudar o mundo?”. Depois de remoer o assunto durante dias John não conseguiu resistir ao desafio de Steve.
Desde o desenvolvimento do primeiro Mac, Jobs instigou a paixão por parte da equipe, convencendo os membros de que não estavam só criando outro computador, estavam criando algo revolucionário, algo acessível a um publico não técnico. Os membros da equipe do Mac trabalharam três anos como escravos, e mesmo com as broncas de Jobs, não reclamavam, pois realmente tinham convicção de que estavam fazendo algo grandioso. Sem a paixão os funcionários poderiam perder o interesse e abandonar o trabalho.
As lições de Jobs no fim do capitulo são: descubra uma paixão pelo seu trabalho, use o método de recompensa e punição para obter um excelente trabalho, dê um chute nos traseiros para fazer as coisas andarem, celebre as realizações com bom gosto e percepção, insista em coisas que são aparentemente impossíveis, torne-se um grande intimidador, force as pessoas a trabalhar duro.
No capitulo seis, “De onde vem a inovação?”, mostra a primeira perda de Jobs desde que voltou à Apple. O Power Mac G4 Cube, computador com um belo designe, foi louvado pela critica, mas não foi um sucesso entre os consumidores, era a máquina errada com o preço errado.
Jobs suspendeu a produção da máquina, logo depois a Apple relatou uma perda trimestral de 247 milhões de dólares, ele ficou possesso, pois falhara redondamente ao jugar o mercado. O Cube foi um dos raros tropeços de Jobs desde que retornou à empresa, e, com isso, Jobs aprendeu uma valiosa lição.
Prestar atenção à experiência do usuário é uma das coisas que deu a Jobs a reputação de inovador. A inovação é um fenômeno complexo que vem de muitos lugares, mas grande parte dela na Apple é informada pela cuidadosa atenção de Jobs. Seu instinto quanto à experiência de usar seus produtos é o que impulsiona e informa a inovação da Apple, o Cube foi uma das raras ocasiões em que ele não prestou atenção.
A inovação é um dos tópicos mais quentes nos negócios hoje em dia, as empresas ficam desesperadas para encontrar a chave mágica da inovação. A visão de Jobs não é pensar na inovação em si, mas sim em fazer produtos excelentes. Sob a liderança de Jobs a Apple adquiriu a reputação de ser uma das empresas mais inovadoras na tecnologia, pois trouxe ao mercado um fluxo constante de inovações, como por exemplo: o primeiro computador pessoal, o Mac, o iPod, entre outros.
Steve também desenvolveu diversos modelos de negócios inovadores, como é o caso do iTunes, loja virtual de musicas, competindo com as redes de compartilhamento ilegais.
As lições de Steve no final do capítulo são: Não perca o consumidor de vista, estude o mercado e o setor, não pense conscientemente sobre inovação, concentre-se nos produtos, lembre-se de que os motivos fazem diferença, roube, conecte, estude, seja flexível, faça protótipos, pergunte aos clientes.
O sétimo capítulo, “estudo de caso”, afirma que no caso do iPod muitos dos componentes principais são fabricados por outras empresas, mas a Apple é capaz de combiná-las de forma única e inovadora. “Os produtos da Apple surgem de forma muito orgânica, há muitas reuniões envolvendo várias pessoas e diversas ideias. É uma abordagem de equipe”.
A necessidade é a mãe da invenção, observou Jobs depois que a Adobe se recusou a adaptar seus programas para o sistema operacional OS X, então pensou, “se ninguém quer nos ajudar, vamos ter que fazer por conta própria”.
Com a proliferação de dispositivos digitais como, câmeras fotográficas, filmadoras digitais, aparelhos de mp3. Jobs acreditou que o Mac poderia ser o novo hub, núcleo desse novo estilo de vida digital, por acrescentar valor a estes aparelhos através de um software de manipulação dos mesmos.
“Não sei de quem foi a ideia de produzir um player de musica, mas Steve gostou dela imediatamente e me pediu para que cuidasse do assunto”, disse John Rubinstein. Assim surgiu o iPod, quando Jobs percebeu a mudança que estava ocorrendo com a musica digital cada vez mais presente no cotidiano das pessoas.
Quando os engenheiros da Apple completaram o trabalho de hardware, um freelancer procurava um nome para o novo aparelho. Steve Jobs rejeitou o nome iPod para o novo aparelho. Na procura do nome, Jobs se fixava no slogan, 1000 musicas em seu bolso. Algum tempo depois, Jobs disse para Chieco, responsável por pensar no nome do aparelho, que havia se decidido, e tinha escolhido mesmo “iPod”.
O resultado foi que mais de 100 milhões de unidades haviam sido vendidas até abril de 2007, totalizando quase metade da crescente receita da Apple.
As lições de Steve nesse capitulo são: se perder o barco, trabalhe duro pra recuperar o terreno perdido, busque oportunidades, procure por “vetores que se propaguem no tempo”, defina um prazo, não se preocupe com a origem das ideias, não se preocupe com a origem da tecnologia, aproveite sua expertise, acredite no seu processo, faça as coisas em equipe.
No capitulo oito, “A coisa toda”, fala a respeito do perfeccionismo de Steve. Steve é tão perfeccionista que em seu primeiro Macintosh não foi colocado ventoinha, pois o ruído o deixava irritado.
Jobs é um perfeccionista intransigente, mantém o controle estrito sobre o hardware, o software e os serviços, por isso Jobs é considerado um maníaco por controle, ele controla cada aspecto do funcionamento da organização, da comida servida aos funcionários a quanto eles podem contar as suas famílias sobre o seus trabalhos.
Como foi visto a propensão de Jobs a controlar tudo tem gerado bons negócios nesses últimos tempos, um controle rígido do hardware e do software gera dividendos na facilidade de uso, segurança e confiabilidade.
Jobs também prefere que suas criações não possam ser alteradas, desde os primeiros Macs até o iPhone, onde aplicativos desenvolvidos por terceiros são proibidos. Jobs é um artista elitista e que possui uma incrível força de vontade não querendo que suas criações sejam alteradas. Não aceitar parceiros externos deve-se à eterna necessidade de Steve de manter o controle absoluto.
Enfim, Jobs é um ídolo por tudo isso, por ser focado e principalmente perfeccionista, tentando pensar no que os consumidores realmente buscam, tendo uma visão futurista das coisas, tudo isso e o que foi apresentado durante todo o livro, são características que determinam o sucesso de Steve Jobs, um dos maiores empreendedores do mundo.
 Elven R Silva

A sujeira pode causar problemas de contato....



                               A sujeira pode causar problemas de contato entre os componentes, degradação de dispositivos, falhas de leitura, corrosão, superaquecimento e em casos mais extremos pode até queimar um chip ou placa, já que a poeira é condutora de energia e quando acumulada pode fechar um circuito que deveria estar isolado.


                                              Elven R Silva

                         


Memória ROM



Memória ROM
A sigla ROM é, pelo inglês, originária das iniciais de Read Only Memory - Memória Apenas de Leitura. Assim, como pode ser visto, é uma redundância dizer-se "memória ROM". Freqüentemente esta sigla é usada em combinação com complementos para designar outros dispositivos "Apenas de Leitura":
A memória somente de leitura (acrónimo ROM (em inglês)) é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser alteradas ou apagadas, somente acessadas. São memórias cujo conteúdo é gravado permanentemente.

                                      Elven R. Silva

Cientistas fazem cobaias se comunicarem por sinais emitidos pelo cérebro


Cientistas fazem cobaias se comunicarem por sinais emitidos pelo cérebro

Rio - Em experiência inédita, cientistas liderados pelo brasileiro Miguel Nicolellis deram o primeiro passo para criar, no futuro, rede capaz de ligar pessoas através do pensamento. No experimento, ratos se comunicaram por meio de sinais elétricos produzidos por seus neurônios, e colaboraram para a resolução de tarefas, mesmo separados por continentes.


Na ilustração, ratos se comunicam | Foto: Reprodução

Foi a primeira vez que pesquisadores criaram interface cérebro-cérebro e colocaram em prática o conceito de “brainet”, ou internet cerebral, pela qual seria possível se comunicar através de ondas cerebrais.

O estudo, parceria da Universidade Duke, nos EUA, com o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), foi publicado na revista ‘Scientific Reports’. Os autores fizeram a transferência direta, em tempo real, de informações sensoriais e motoras entre os cérebros de ratos.

Num dos três experimentos, os animais foram treinados para tarefa simples: deveriam acionar a alavanca certa para ganhar água, como recompensa. Depois os ratos receberam microeletrodos na área do cérebro que processa as informações motoras (córtex motor) e foram separados em dois grupos: codificadores e decodificadores.

Os primeiros tiveram a atividade elétrica de seus cérebros registrada durante a execução da tarefa. Um outro grupo foi treinado para receber e compreender essa informação, a partir do eletrodos implantados no cérebro. Quando os cientistas enviaram a estimulação elétrica, os decodificadores traduziram os sinais de forma correta em 78% das vezes.

No teste com o rato recebendo as informações diretamente do cérebro do outro animal, ele pressionou a alavanca certa em 70% das vezes. E a comunicação foi uma via de mão dupla. Como o codificador só recebia a recompensa se o outro fizesse tudo corretamente, houve uma colaboração comportamental entre os animais, dizem os autores.

Também foram feitos testes com ratos codificadores no laboratório em Natal e os decodificadores na Universidade Duke. Para transmitir os sinais elétricos entre os animais, foi usada conexão de internet. E funcionou.

                                           Elven R.Silva

Galera para quem não entendeu muito a matéria segui algumas informações de TI

                          




                 Galera pra quem não entendeu muito a matéria segui algumas informações de TI:


           Bits: a menor parte de um dado
Para começar, vamos falar a respeito da origem do nome dos bits. “Bit”vem de BInary digiT,ou seja, dígitos binários. Isso porque cada bit é exatamente isto: um dígito binário que pode corresponder aos valores “0” ou “1”. O conjunto deles forma os dados na forma que nós conseguimos compreender.
Quando ainda estão como bits, apenas programadores conseguem decifrá-los, pois respondem a sequências binárias mais complexas. Nos códigos de programação, você pode encontrar os binários como ativação ou negação de certas tarefas. Por padrão, o “0” desativa as opções, enquanto o “1” faz o contrário.
Bytes: a informação tomando forma
Um conjunto de oito bits representa um byte, que é a fração dos dados que pode ser compreendida pelos usuários. Nesse caso, em vez de duas combinações possíveis, existem 255. Um caractere, por exemplo, pode possuir o tamanho exato de um byte (dependendo da codificação utilizada), por isso alguns arquivos no formato TXT podem ser encontrados com menos de 1 kB.

Agora, uma curiosidade. Você pode estar se perguntando: “A imagem mostrada diz que o arquivo possui 23 bytes, mas ocupa 4 kilobytes em disco. Como isso é possível?”. Apesar de possuir poucas informações, o computador gasta os 4 kilobytes para armazená-lo, pois esse é o valor mínimo definido pela formatação do computador utilizado na ocasião.
Kilobytes: os dados tangíveis
Um kilobyte é composto por 1.024 bytes. Essa é a primeira unidade (entre as citadas) que a grande maioria dos usuários deve conhecer. Muitos arquivos de texto e até mesmo fotografias com resoluções mais baixas possuem alguns kilobytes. Os antigos disquetes de 1,44 MB permitiam que os usuários carregassem vários arquivos com essas dimensões.
Essa unidade é muito lembrada quando downloads são realizados. As taxas de transferência são medidas em kilobytes por segundo. E isso já funciona dessa forma há vários anos, desde a época das conexões discadas. Se em 1999 as pessoas baixavam músicas em velocidades de 3 kB/s, hoje há várias conexões que permitem downloads de 200 kB/s ou mais.
Megabytes: o mundo multimídia
Se os kilobytes armazenam vários arquivos de texto, os megabytes permitem um mundo muito mais multimídia para os usuários. Em média, uma música em MP3 ocupa 5 MB no disco rígido e uma foto em alta resolução pode passar dos 2 MB facilmente, dependendo do formato de arquivo que for utilizado.
CDs (de áudio ou dados) possuem cerca de 700 MB de capacidade. Isso garante que muitos arquivos sejam armazenados, ou cerca de 20 músicas. “Mas uma música não possui apenas 5 MB?”. Sim, uma música em MP3 ocupa isso, mas para os CDs de áudio o formato dos arquivos é diferente e ocupa muito mais megabytes.


Você pode perceber que todo tipo de mídia pode representar alguns kBs ou muito MBs, tudo depende da qualidade com que são codificados. Isso inclui fotografias e músicas, como já dissemos, e também filmes. Um filme em qualidade baixa pode ocupar menos de 500 MBs, enquanto o mesmo em qualidade 1080p pode chegar aos 25 gigabytes.
Gigabytes: a alta definição
Em tempos remotos (mas não tão remotos assim, quando o Windows 95 era o sistema operacional mais utilizado em todo o mundo), discos rígidos não chegavam a possuir a capacidade de 1 GB. Mas os sistemas foram evoluindo, outros softwares também e a demanda exigiu melhorias nos componentes de hardware.
Hoje, dificilmente encontram-se computadores sendo vendidos com discos rígidos inferiores aos 500 GB de capacidade. Até mesmo HDs externos podem ser encontrados com capacidades maiores do que essas e sem serem vendidos por preços absurdos, como acontecia até pouco tempo atrás.
Podemos afirmar que, nos próximos anos, os gigabytes devem limitar-se às mídias de alta definição e aos pendrives, visto que HDs devem ultrapassar a casa dos terabytes em larga escala. Quanto às mídias: DVDs possuem 4,7 GB; Blu-rays, 25 GB e arquivos digitais podem ir muito além disso.
Terabytes: a nova necessidade
Quem poderia imaginar, em 2005, que seria possível dispor de um disco rígido com capacidade para armazenar um terabyte de informações? Pois hoje a realidade é outra e os HDs permitem exatamente isso. Você já parou para pensar em quantas músicas poderiam ser armazenadas em um disco desses?

Vamos às contas. Uma música em MP3, com cerca de 3 minutos, ocupa 5 MB. Em 1 TB, poderiam ser armazenadas 200 mil músicas. Caso fossem reproduzidas sequencialmente e sem interrupções, elas levariam 1 milhão de minutos para serem tocadas sem repetições de arquivos. Isso representaria 17 mil horas ou 728 dias. Exatamente, seriam quase dois anos sem parar de ouvir músicas.
Se o mesmo cálculo fosse feito para filmes em Blu-ray, com cerca de 90 minutos e 25 GB, chegaríamos à conclusão de que 1 TB pode armazenar 40 filmes em alta definição. O que exigiria dois dias e meio de “maratona” para que todos pudessem ser vistos sem pausas. Para DVDs o período seria de 13 dias.
Petabyte: muito além do uso doméstico
Um milhão de gigabytes. É exatamente isso que representa um petabyte, muito mais do que qualquer pessoa precisa para armazenar seus dados. Na verdade, é muito mais do que muitas empresas gigantes precisam. Petabytes só são tangíveis se somarmos uma grande quantidade de servidores.
Segundo James S. Huggins (especialista em tecnologia da informação), se fôssemos digitalizar livros, apenas 2 petabytes seriam suficientes para armazenar toda a produção acadêmica dos Estados Unidos. Já o Google processa cerca de 24 petabytes de informações todos os dias, o que demanda muitos servidores dedicados à atividade.
Exabyte: o tráfego da internet mundial
Não seria possível ouvir 1 bilhão de canções em apenas uma vida (capacidade de armazenamento de um HD hipotético de 1 EB). Os exabytes ainda estão muito distantes dos computadores comuns, mas já são uma realidade na internet mundial.
Central de dados da Wikimedia (Fonte da imagem: Wikimedia Commons / Midom)
O Discovery Institute (uma instituição sem fins lucrativos) realizou alguns estudos e concluiu que, todos os meses, são transferidos cerca de 30 exabytes de informações na internet mundial. Isso representa 1 EB por dia, ou 1 bilhão de gigabytes de dados circulando a cada 24 horas.
Zettabyte: todas as palavras do mundo
Você consegue imaginar o que são 1 bilhão de HDs de 1 terabyte? Agora imagine todos eles lotados de dados. Pois isso é o mesmo que ocupar 1 zettabyte com informações. Essa unidade é muito maior do que conseguimos imaginar ao pensarmos em computadores comuns.
O estudo mais curioso que já foi realizado com base nos zettabytes é de Mark Liberman (linguista da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos). Ele constatou que, se fossem gravadas todas as palavras do mundo (de todos os idiomas, digitalizadas em 16 bits e 16 kHz), seriam necessários 42 zettabytes para armazenar toda a gravação.
Yottabyte: mais do que existe
Some todas as centrais de dados, discos rígidos, pendrives e servidores de todo o mundo. Pois saiba que essa soma não representa um yottabyte. Um trilhão de terabytes ou um quadrilhão de gigabytes: não é possível (pelo menos por enquanto) atingir essa quantia.
Dividindo um yottabyte pela população mundial, teríamos 142 terabytes para cada pessoa. Levanto em conta que apenas 25% das pessoas possuem acesso a computadores, essa quantia seria aumentada para 568 terabytes (pouco mais do que a metade de um petabyte). Seriam 23 mil filmes em Blu-ray para cada um.
.....
Você já conhecia essas unidades relacionadas aos dados dos computadores? Conte para o Tecmundo o que pensa sobre essas grandezas e também se acha que algum dia será possível comprar um HD de 1 petabyte ou mesmo se os dados do mundo todo chegarão à marca de um yottabyte ainda nesta década.

                                                                                                                          Elven R. Silva

HDsssss & Memoria RAMsssss









                               Muitas pessoas, especialmente na aquisição de um equipamento novo no qual os discos rígidos e as memórias são de maior capacidade, acabam se perguntando por que o Windows mostra um tamanho menor do que (supostamente) deveria para estes componentes.

No caso do disco rígido, a resposta para esta questão é simples: a diferença está nos padrões de medida utilizados para quantificar essa capacidade. Para saber a capacidade real de seu disco rígido, é necessário verificar se a unidade de medida que foi utilizada para representar sua capacidade estava em base binária ou decimal.

Como assim?
Para exibir unidades de capacidade de armazenamento, dois sistemas numéricos podem ser usados: o binário, cujo valor de um kilobyte é igual a 1.024 bytes, e o decimal, no qual um kilobyte é igual a 1.000 bytes. Para ilustrar melhor, veja a tabela comparativa de unidades abaixo:

Unidade Potência Binária Valor Binário Potência Decimal Valor Decimal
Kilobytes (KB) 210 1.024 103 1.000
Megabytes (MB) 220 1.048.576 106 1.000.000
Gigabytes (GB) 230 1.073.741.824 109 1.000.000.000
Terabytes (TB) 240 1.099.511.627.776 1012 1.000.000.000.000
O padrão adotado pelos principais fabricantes para representar a capacidade de armazenamento é o sistema decimal. Apesar de se ter mais bytes no sistema binário, a representação no sistema decimal de um GB mostra uma capacidade maior.

Por exemplo, em um disco rígido de 10,24 GB podem ser mostrados somente 9,85 GB; 80 GB de espaço (em notação decimal) equivale a 74,51 GB em base binária. E quanto maior a capacidade, maior será essa diferença.
Outra possível causa para isso é existirem partições no disco rígido com dados não alocados. Para verificar essa possibilidade, acesse o seguinte caminho: Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > Gerenciamento do Computador > Gerenciamento de disco. Nessa tela, será exibida a capacidade exata do seu disco, inclusive as partições.

E no caso da memória RAM?
Quando o assunto é a memória RAM, pode haver mais de um motivo para isso. Um deles pode acontecer caso você utilize uma placa de vídeo integrada (on board), pois ela consome a capacidade de memória especificada para esse componente diretamente da memória RAM do computador. (Fonte da imagem: Intelligenceunited)

No caso de uma memória RAM com tamanho de 4 GB, em algumas versões do Windows (quando em relação a um sistema operacional de 32-bits), o máximo suportado é de 3,25 GB. Portanto, o sistema não consegue utilizar toda a capacidade instalada, reconhecendo seu valor máximo.

                                                     Elven R. Silva