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domingo, 9 de junho de 2013

Tudo que todo mundo precisa saber e sabe, mas finge que não sabe!

                                                                     





                                     Tudo que todo mundo precisa saber e sabe, mas finge que não sabe!




quarta-feira, 5 de junho de 2013

Resumo ( Pai Rico, Pai Pobre )



Pai Rico, Pai Pobre

   Conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike. Robert era filho de
um professor universitário, que tem o Privilégio de ter a orientação de dois pais, um
 rico e outro pobre.
O pai rico que chamamos é pai de seu amigo Mike, e o pai pobre são seu pai, um homem muito instruído e inteligente. Ambos os homens influentes e bem sucedidos em sua carreira, embora um sempre com visões diferentes. Um dizia: “O amor ao dinheiro é a raiz de todo mal” o outro “ A falta de dinheiro é a raiz de todo mal”.
Um dos pais recomendava “Estude arduamente para poder trabalhar em uma boa empresa” o outro falava “Estude arduamente para comprar uma empresa”.
Através dessas opiniões tão divergentes Robert teve a oportunidade de optar por qual dos pais iria dar ouvidos, sendo assim resolveu seguir os conselhos do pai rico.
Robert e seu amigo Mike estudaram em uma escola Pública onde todas as Crianças dessa escola eram filhos de Pessoas  ricas. Foi então que Robert começou a indagar seu pai, como ele poderia ficar rico, seu pai não soube lhe explicar. No dia seguinte Robert propôs a seu amigo Mike uma sociedade para ambos ficarem ricos. Infelizmente seu primeiro negócio foi um fracasso. O pai de Robert reconheceu o esforço dos meninos, foi então que ele aconselhou a eles que fossem pedir conselhos sobre como ficar rico com o pai de Mike “Pai rico”.
Foi a partir desse momento que Robert e Mike começaram a trabalhar e estudar como o pai rico, que lhes ofereceu um emprego em uma de suas lojas.
O pai rico mostra a importância de termos objetivos e persistência, e que devemos fazer com que o dinheiro trabalhe para nós AM invés de trabalharmos para o dinheiro.
E não importa o quanto se ganha, mas sim o quanto se guarda. Para construir um grande império, um sonho devemos planejar e construir em bases sólidas. Sem construirmos sem planejarmos, assim com muitas pessoas o fazem esse império não vai durar muito tempo.
Muitos se preocupam em ter, não em saber, para um dia ser uma pessoa rica. A diferença entre o Ativo e o Passivo é: * O Ativo coloca dinheiro no seu bolso, * O Passivo tira dinheiro do bolso.
O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que está na sua mente. Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível, apenas resulte em um aumento de despesas.
O que falta na educação não saber como ganhar dinheiro, mas como gastar-lo, o que fazer com ele depois de tê-lo ganho.
Os ricos compram ativos, os pobres só tem despesas e a classe média compra passiva, pensando que são ativos.
Para o autor os vários reais que devemos adquiri são agrupados em várias categorias:
Se tiver que trabalhar nos negócios, não é negócio;
*Ações;
*Títulos;
*Fundos;
*Imóveis que geram renda;
*Promissória;
Compre ativo que goste, pois o que você gosta você cuida. Nos Estados Unidos, os Impostos que originalmente foram criados para que houvesse uma taxação sobre os mais ricos, com o passar do tempo começaram a incidir sobre a classe média e daí para baixo, penalizando assim quem os aprovou mediante votação.
Sendo assim faz-se necessário o conhecimento do sistema legal, juntamente com a contabilidade para que se possa adequar o investimento a menos incidência de impostos. E nesse aspecto a sociedade anônima constitui uma excelente ferramenta. Pois além de proteger os ativos sob um manto de artifícios legais, faz gastos, enquanto que para uma pessoa física o desconto do imposto dá-se na fonte de sua renda.
Todos os indivíduos possuem uma gama de atributos para que possam tornar-se empreendedores bem sucedidos. E, por que isso não ocorre?
A principal causa à falta de autoconfiança, pois no mundo fora dos centros de informação (escolas) São exigidas habilidades que lá não foram desenvolvidas, tais como garra, ousadia, coragem, audácia, esperteza e tenacidade, entre outras.
Por isso precisamos desenvolver nossa capacidade de avaliar e assumir riscos administrando-os em cada oportunidade que nos aparece, pois a tendência natural é a busca da segurança que geralmente não é a melhor escolha para sermos bem sucedidos em nossos empreendimentos.
Os empreendedores encontram oportunidades onde a grande maioria não as vê, assumem riscos baseando-se em conhecimentos financeiros contábeis e jurídicos capazes de tornarem estes riscos calculáveis e então entrar no “jogo” do mercado para sonhar, e se fracassarem sabem que isso faz parte da busca do sucesso e usam isso para tornarem-se mais atentos na próxima oportunidade e assim vão cumulando ativos ao longo da vida ao passo que as pessoas que não desenvolveram esta inteligência financeira passaram o tempo inteiro fazendo contas de como saldar suas dividas, reclamando do patrão e do governo, quando na verdade o que poderia mudar sua situação financeira seria uma mudança de atitude frente ás oportunidades, passando da acomodação á ação.  
Robert diz que um profissional deve se preocupar em apreender, em ampliar seus conhecimentos, independente do Ramo de negócios a que venha escolher. Não devemos trabalhar pensando exclusivamente em um salário melhor ou em um emprego mais estável, mais duradouro, porque se nos especializamos em uma única área ficaremos dependentes deste mercado, e por tanto, vulnerável profissionalmente.
Devemos desenvolver habilidades e conhecimento gerais que nos servirão para administrar o nosso negócio. Algumas habilidades como vendas e entendimento de organização são básicas para que qualquer atividade possa ter sucesso.
Se você aprender a vender bem a sua idéia, independente de qual seja, terá sucesso. Se você aprender a administrar bem o seu negócio, na área financeira, pessoal, independente de qual seja, terá sucesso.
Quanto melhor você se comunicar, negociar a administrar mais sucesso terá. Devemos aprender que também devemos ser eternos alunos e eternos professores, que devemos dar para poder receber.
Mesmo as pessoas alfabetizadas financeiramente, podem ter problemas para sua independência financeira. Algumas razões são: Medo – Não existe nada de errado em perder dinheiro, o importante é ter a coragem de encarar o medo e o risco.
“Se você odeia riscos e preocupação... comece cedo”
Nunca encontraremos um vencedor que nunca passou por perdas e fracassos.
Para os vencedores o fracasso é uma inspiração, para os perdedores uma derrota.
Se você for do tipo que não aceita perder, fique com a segurança. Se quiser enfrentar o fracasso, vá à luta, ache seu foco e encare as perdas como fonte de inspiração.
Superar o ceticismo – existem  aquelas pessoas pessimistas que procuram a todo o momento razões para achar que algo não vai dar certo, influenciando negativamente a si e aos que o rodeiam.
Idéia como esta fazem pessimistas andarem para traz, pois escolhem ficar com a segurança, enquanto que os ricos que não dão ouvidos ao medo encaram os desafios.
Preguiça- preguiça não é o nome que se da para aquelas pessoas que não gostam de trabalhar. Muito profissionais ocupados demais vezes com a desculpa de excesso de trabalho estão é fugindo de algo mais, de encarar algo novo, do desfio. Isto também chamamos de preguiça. Podemos lutar contra essa forma de preguiça, desenvolvimento dentro de nós uma ambição, positiva é claro, que nos faz parar de dizer frases como “isso eu não posso comprar” e nos faz com que digamos “O que tenho que fazer para comprar isto”?
Maus Hábitos – Nossa vida é um reflexo de nossos hábitos de nossa educação. O empresário dito como correto sempre paga primeiro suas obrigações e depois se sobrar paga a si próprio.
Se pagarmos a nós em primeiro lugar, teremos que trabalhar mais, pois nossas obrigações somos obrigados a pagar, com isso, teremos criado uma nova fonte de motivação. Arrogância é ego mais ignorância – O que sei me faz ganhar dinheiro, o que não sei me faz perder. Muitas pessoas usam a arrogância para disfarçar sua ignorância sobre determinado assunto não se acomode, não se envergonhe,busque algo ou alguém que lhe dê este conhecimento.
Em cada um de nós reside um gênio financeiro, para algumas pessoas este gênio esta adormecido, pois nossa cultura nos ensina que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Nossa cultura nos ensina a trabalhar pelo dinheiro e não o dinheiro a trabalhar por nós, nos ensina a não nos preocupar com o futuro financeiro. Devemos definir os “não quero” e os “quero” na vida, ou seja, não que perder dinheiro, não quero trabalhar a vida inteira, não quero ser empregado, os “não quero”, eles criam os “quero”, exemplo, quero ser livre para viajar por todo o mundo e viver o estilo de vida que gosto, quero controlar meu tempo e minha vida.
Acredite que você é capaz, vá atrás de seus sonhos, realize-os. Para tanto segundo o autor existem 10 passos importantíssimos para se seguir: 1º - Encontrar razão maior que a realidade, tenha um objetivo, algo motivador, escolha  o que você quer!
Pessoas arrogantes e criticas são muitas vezes, pessoas com baixa auto-estima, que têm medo de assumir riscos. 2º o poder da escolha, você escolhe as opções que colocam coce mais próximo de seus objetivos.
3º Escolha seus amigos, não somente por sua situação financeira, mas sim, pelo que essa pessoa possa lhe transmitir de ensinamentos e conhecimentos, bons ou ruins, bons para que você possa fazer o mesmo e ruins para que você nunca faça.
4º Domine uma fórmula de fazer algo cada vez melhor e mais rápido, isto serve também para ganhar dinheiro.
5º Autodisciplina, ou seja, pague primeiro a si mesmo, mesmo sem dinheiro, pague a si mesmo primeiro, porque a partir daí você usará a cobrança de seus credores como motivação e determinação para conseguir o que quer.
6º Pague bem as pessoas que trabalham para você, principalmente aquelas que lhe ajudam a ganhar dinheiro.
7º Sempre que emprestar solicite de volta, sempre observe o retorno sobre o investimento: São os ativos que você obtém de graças depois que você recebe seu dinheiro de volta. Isso é inteligência financeira.
8º Ativos compram supérfluos. Ou seja, concentre-se em como ganhar dinheiro fazendo o dinheiro trabalhar por você, coloque seu desejo de consumir para motivar seu gênio financeiro a investir.
9º A necessidade de heróis, temos a necessidade de nos espelhar em alguém positivo, pessoas bem sucedidas como exemplo, porque se eles conseguiram, nós também conseguiremos.
10º Doe antes de receber, sempre que puder doe algo a alguém principalmente conhecimento. Isso é uma ação, e toda a ação tem uma reação.
Há muita gente que quer fazer, em lugar de pensar, e há gente que pensa, mas não faz. As duas formas juntas são ótimas, devemos adorar idéias de adorar agir. Pare de fazer o que não funciona e procure algo novo para fazer. Não desista de uma idéia antes de tentar, compre livros, faça cursos, busque novas idéias, converse com alguém que já tenha feito o que você quer fazer, peça dicas.
Quando estiver comprando faça ofertas mínimas, sem a vergonha e o medo, e quando estiver vendendo sempre peça o Maximo possível. Quando algo envolve dinheiro seja profissional, esperto, queira só ganhar.
Pessoas que pensam pequeno não conseguem grandes oportunidades, comece pensando grande e termine pensando maior ainda.
Você precisa agir antes de poder receber recompensas financeiras. Aja agora!
Pai Rico, Pai Pobre
Pai Rico, Pai Pobre conta à história do norte-americano Robert Kiyosaki. Ele conseguiu ser um investidor de sucesso e conquistar a independência financeira. A alfabetização financeira de Robert começou aos nove anos, com lições do pai de um amigo, a quem o autor passou a chamar de “Pai Rico”. Foi dele que Robert recebeu as primeira noções sobre o valor do dinheiro. Conselheiros bem diferentes dos dados por seu verdadeiro pai, a quem chama de “ Pai Pobre”.
O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais.
Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os guarda. Ninguém mais o fará.
No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a inteligência financeira. Uma combinação de varias habilidades e talentos, que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: contabilidades (capacidade de ler e entender demonstrações financeiras, permitindo identificar os pontos fostes e fracos de qualquer negócio), investimento, conhecimento da lei (como utilizar vantagens tributárias) e entendimento dos mercados. 
Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. A diferença está entre ter o controle do próprio destino ou não. O livro traz lições para controlar o destino e tornar-se bem-sucedido.
Elven R. SIlva

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O Pequeno Príncipe.


O Pequeno Príncipe é um romance de Antoine de Saint-Exupéry publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro  para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos, incluindo o aranês, o amasia e o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul. Em Portugal, “O Principezinho” integra o conjunto de obras sugeridas para leitura integral, na disciplina de Língua Portuguesa, no 3º Ciclo do Ensino Básico.
No Japão existe um museu para o personagem principal do livro, um jovem sonhador de cabelos louros e cachecol vermelho.
Esta é a estória de um príncipe que vivia em um pequeno planeta. O narrador anônimo encontra o pequeno príncipe quando seu avião cai no Deserto do Saara. O narrador se empenha em consertar seu avião, quando ele ouve uma pequena voz lhe pedindo para desenhar uma ovelha. O narrador se volta e vê o pequeno príncipe.
O narrador descobriu que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia observar o pôr do sol a qualquer momento que quisesse, tendo apenas que se virar. A razão por que ele queria a ovelha era porque as ovelhas comem pequenas plantas. Ele queria que a ovelha comesse os baobás que eram um grande problema em seu planeta. O narrador diz que os baobás são árvores grandes, mas o príncipe explica que elas começaram pequenas. Contudo, o príncipe ficou preocupado, porque ovelhas também comem flores, e o príncipe tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma que ele muito amava. A flor, apesar de bela e cheirosa, era boba e exigente. Mesmo que ingenuamente não tivesse medo de tigres, crendo que seus espinhos a protegeriam, ela exigia que o príncipe construísse uma tela para protegê-la do calor. Ela lhe disse para colocá-la debaixo de uma esfera de vidro à noite para protegê-la do frio.
Apesar de o príncipe amá-la, ele se cansou de ouvir suas palavras e suas exigências, por isso ele deixou o planeta.
Antes de chegar a terra, o príncipe visitou muitos planetas. Um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz em ter um súdito. O rei exigiu obediência. Ele tentou fazer o príncipe ficar, mas o príncipe partiu, pensando em como as pessoas adultas são estranhas.
Um homem presunçoso ocupava o segundo planeta. O homem presunçoso queria que o príncipe o aplaudisse e o saudasse. O príncipe se cansou disso, e quando partiu, estava mais convencido do que nunca de que os adultos eram muito estranhos.
Um bêbado ocupava o terceiro planeta. O príncipe perguntou por que ele bebia. O bêbado respondeu que ele bebia para se esquecer de se sentia envergonhado por beber. O quarto planeta era ocupado por um homem de negócios que não fazia outra coisa senão contar estrelas, dizendo que eram todas dele. O príncipe pensou que esses homens eram tão estranhos quanto os outros. O quinto planeta era o menor, e era ocupado apenas por um acendedor de lampiões, cujo trabalho era acender a lâmpada solitária da rua. Contudo, o acendedor estava exausto, dizendo que seu trabalho já tinha sido muito melhor. Ele acendia a luz da rua à noite e a apagava pela manhã, dando-lhe o resto do dia para descansar, e ele podia dormir à noite. Contudo, o planeta começou a girar mais e mais rápido. O dia durava apenas um minuto, por isso ele tinha que constantemente acender e apagar a lâmpada. O príncipe sentiu muito ter que deixar este planeta, pois os dias curtos significavam que ele tinha muitos pôr do sol.
O sexto planeta era maior e ocupado por um geógrafo. Mas ele era incapaz de contar ao pequeno príncipe qualquer coisa sobre o seu planeta, porque não era um explorador. Ao invés disso, ele pediu ao príncipe que lhe falasse sobre o seu país. O príncipe disse que ele não era muito interessante, porque era pequeno. O geógrafo aconselhou o pequeno príncipe a visitar a terra.
Quando o príncipe visitou a terra, ele não viu ninguém a princípio. Ele continuou andando e por acaso encontrou um jardim de rosas. Ele ficou muito triste ao perceber que sua flor, que ele achava ser completamente única, era apenas uma rosa comum como aquelas no jardim. Então ele encontrou a raposa. Ele pediu à raposa para brincar com ele, mas a raposa disse que não podia, pois a raposa não era mansa, o que o príncipe não entendeu. A raposa explicou o que ela queria dizer, e disse ao príncipe que se ele quisesse um amigo, teria que cativá-lo. Então eles criariam um vínculo, e seriam únicos um para o outro. O príncipe percebeu que sua rosa tinha lhe cativado. Ele voltou todos os dias para ver a raposa, sentando mais perto cada dia, até que a raposa foi cativada e eles ficaram amigos. Quando o príncipe foi embora, a raposa lhe disse que ele era responsável por sua rosa, porque ele a tinha cativado.
O príncipe descobriu que ele precisava voltar para casa para cuidar de sua rosa. O narrador ficou muito triste, mas o príncipe disse que eles sempre seriam amigos e que toda vez que o narrador olhasse para as estrelas, ele pensaria no príncipe.
Em suas viagens, o príncipe aprende o que significa amar alguém. Ele descobre o tanto que sua rosa é importante para ele, mesmo que às vezes ela seja difícil. As pessoas que vivem sozinhas nos planetas que o príncipe visita parece ser uma metáfora da solidão e isolamento entre os adultos. O rei, o homem presunçoso e os outros ficam presos em uma maneira de olhar para si mesmos e interagir com as poucas pessoas que eles encontram, e são incapazes de genuinamente se comunicar. Eles não guardaram nada da mente aberta que podem ter tido quando crianças. O príncipe sai de toda a experiência crendo que vale a pena amar alguém, mesmo que isto algumas vezes traga tristeza.
O Pequeno Príncipe é um romance de Antoine de Saint-Exupéry publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro  para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos, incluindo o aranês, o amazigh e o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul. Em Portugal, “O Principezinho” integra o conjunto de obras sugeridas para leitura integral, na disciplina de Língua Portuguesa, no 3º Ciclo do Ensino Básico.
No Japão existe um museu para o personagem principal do livro, um jovem sonhador de cabelos louros e cachecol vermelho.
Esta é a estória de um príncipe que vivia em um pequeno planeta. O narrador anônimo encontra o pequeno príncipe quando seu avião cai no Deserto do Saara. O narrador se empenha em consertar seu avião, quando ele ouve uma pequena voz lhe pedindo para desenhar uma ovelha. O narrador se volta e vê o pequeno príncipe.
O narrador descobriu que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia observar o pôr do sol a qualquer momento que quisesse, tendo apenas que se virar. A razão por que ele queria a ovelha era porque as ovelhas comem pequenas plantas. Ele queria que a ovelha comesse os baobás que eram um grande problema em seu planeta. O narrador diz que os baobás são árvores grandes, mas o príncipe explica que elas começaram pequenas. Contudo, o príncipe ficou preocupado, porque ovelhas também comem flores, e o príncipe tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma que ele muito amava. A flor, apesar de bela e cheirosa, era boba e exigente. Mesmo que ingenuamente não tivesse medo de tigres, crendo que seus espinhos a protegeriam, ela exigia que o príncipe construísse uma tela para protegê-la do calor. Ela lhe disse para colocá-la debaixo de uma esfera de vidro à noite para protegê-la do frio.
Apesar de o príncipe amá-la, ele se cansou de ouvir suas palavras e suas exigências, por isso ele deixou o planeta.
Antes de chegar a terra, o príncipe visitou muitos planetas. Um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz em ter um súdito. O rei exigiu obediência. Ele tentou fazer o príncipe ficar, mas o príncipe partiu, pensando em como as pessoas adultas são estranhas.
Um homem presunçoso ocupava o segundo planeta. O homem presunçoso queria que o príncipe o aplaudisse e o saudasse. O príncipe se cansou disso, e quando partiu, estava mais convencido do que nunca de que os adultos eram muito estranhos.
Um bêbado ocupava o terceiro planeta. O príncipe perguntou por que ele bebia. O bêbado respondeu que ele bebia para se esquecer de se sentia envergonhado por beber. O quarto planeta era ocupado por um homem de negócios que não fazia outra coisa senão contar estrelas, dizendo que eram todas dele. O príncipe pensou que esses homens eram tão estranhos quanto os outros. O quinto planeta era o menor, e era ocupado apenas por um acendedor de lampiões, cujo trabalho era acender a lâmpada solitária da rua. Contudo, o acendedor estava exausto, dizendo que seu trabalho já tinha sido muito melhor. Ele acendia a luz da rua à noite e a apagava pela manhã, dando-lhe o resto do dia para descansar, e ele podia dormir à noite. Contudo, o planeta começou a girar mais e mais rápido. O dia durava apenas um minuto, por isso ele tinha que constantemente acender e apagar a lâmpada. O príncipe sentiu muito ter que deixar este planeta, pois os dias curtos significavam que ele tinha muitos pôr do sol.
O sexto planeta era maior e ocupado por um geógrafo. Mas ele era incapaz de contar ao pequeno príncipe qualquer coisa sobre o seu planeta, porque não era um explorador. Ao invés disso, ele pediu ao príncipe que lhe falasse sobre o seu país. O príncipe disse que ele não era muito interessante, porque era pequeno. O geógrafo aconselhou o pequeno príncipe a visitar a terra.
Quando o príncipe visitou a terra, ele não viu ninguém a princípio. Ele continuou andando e por acaso encontrou um jardim de rosas. Ele ficou muito triste ao perceber que sua flor, que ele achava ser completamente única, era apenas uma rosa comum como aquelas no jardim. Então ele encontrou a raposa. Ele pediu à raposa para brincar com ele, mas a raposa disse que não podia, pois a raposa não era mansa, o que o príncipe não entendeu. A raposa explicou o que ela queria dizer, e disse ao príncipe que se ele quisesse um amigo, teria que cativá-lo. Então eles criariam um vínculo, e seriam únicos um para o outro. O príncipe percebeu que sua rosa tinha lhe cativado. Ele voltou todos os dias para ver a raposa, sentando mais perto cada dia, até que a raposa foi cativada e eles ficaram amigos. Quando o príncipe foi embora, a raposa lhe disse que ele era responsável por sua rosa, porque ele a tinha cativado.
O príncipe descobriu que ele precisava voltar para casa para cuidar de sua rosa. O narrador ficou muito triste, mas o príncipe disse que eles sempre seriam amigos e que toda vez que o narrador olhasse para as estrelas, ele pensaria no príncipe.
Em suas viagens, o príncipe aprende o que significa amar alguém. Ele descobre o tanto que sua rosa é importante para ele, mesmo que às vezes ela seja difícil. As pessoas que vivem sozinhas nos planetas que o príncipe visita parece ser uma metáfora da solidão e isolamento entre os adultos. O rei, o homem presunçoso e os outros ficam presos em uma maneira de olhar para si mesmos e interagir com as poucas pessoas que eles encontram, e são incapazes de genuinamente se comunicar. Eles não guardaram nada da mente aberta que podem ter tido quando crianças. O príncipe sai de toda a experiência crendo que vale a pena amar alguém, mesmo que isto algumas vezes traga tristeza.
Elven R. Silva

Quem Mexeu no Meu Queijo.


  
Neste livro conta a história de quatro personagens que se comportam diferentes um dos outros, mas todos com o mesmo objetivo “Achar seu queijo”. Dois deles são homenzinhos, do tamanho de ratos, que se chamam Haws e Hems, os quais possuem mentes mais complexas, justamente por serem humanos, e reagem de diferentes formas a diferentes situações um do outro. O os outros dois personagens são dois ratinhos, Sniff e Scurry, que não têm mentes tão complexas quanto à dos homenzinhos, mas mesmo assim ambos e comportam de forma diferente.
O livro é divido em três (3) partes: Uma Reunião; A História; O Debate.
Na Reunião, um grupo de amigos se junta para conversa sobre suas dificuldades em seus empregos e na vida pessoal, então um deles decidi contar a história desses quatro (4) personagens para conseguir ajudar seus amigos e mostrar como essa história o ajudou.
Sniff e Scurry eram dois ratinhos que procuravam queixo em um labirinto, Sniff sentia o cheiro, apontava a direção e então Scurry ia à frente à procura, obviamente, Sniff o seguia. Hems e Haws também procuravam queijo no mesmo labirinto dos ratinhos, sempre correndo. E todos os quatros usavam tênis de corrida.
Um dia Hems e Haws acharam um local onde havia bastante queijo e achavam que era o suficiente para não precisarem procurar mais. Os ratinhos também acharam esse mesmo local. Enquanto Hems e Haws se acomodaram, começaram a não correr mais e sim ir caminhando até o local e, aos poucos, se tornado arrogante, os ratinhos continuaram a acordar cedo e ir correndo no mesmo local mesmo com o queijo sem sai de lá.
Os dias foram passando e com o tempo o queijo daquele local foi se acabando e no dia que acabou... Hems e Haws ficaram assustados e confusos, queria que o queijo continuasse lá, para sempre. Enquanto a Sniff e Scurry, quando viram o local vazio simplesmente procuraram um novo lugar.
Hems e Haws ficaram se martirizando pela perda do queijo durante alguns dias, foi então que Haws decidiu procurar em outro local “um novo queijo”. Ele tentou convencer seu amigo a ir junto mais ele tinha mais não foi.
Ao longo do caminho que Haws vai fazendo, ele percebe que muitos dos motivos para ele ter se martirizado era fúteis e irracionais, então se anima e vai à procura do queijo com mais vigor. E sempre deixando mensagens escritas nas paredes do labirinto para seu amigo Hems, com a esperança de que um dia ele saísse do local onde estava o mesmo local aonde ia parece comer o queijo que sempre só que não havia mais queijo, e também fosse procurar “novo queijo”.
Enquanto isso, os ratinhos já tinham achado um novo local, com bastante queijo, uma quantidade tão grande que nunca tinha visto. O mesmo local que depois de muita perseverança, sacrifício e quebrando seus medos Haws achou. Haws ao chegar naquele local viu os ratinhos gordos e queijos que nunca tinha visto nem provado antes, então, depois de comer, pois se a refletir novamente. O primeiro intuito foi de querer chamar o seu amigo, Hems, para o local e compartilhar daquele queijo com ele, porém acharam melhor que ele mesmo fizesse o próprio caminho, as próprias reflexões para chegar naquele local. Haws ao longo do caminho percebeu que tinha demorado bastante para achar aquele queijo e por muitas vezes só tinha achado pequenos pedaços de queijo, todavia também percebeu que tudo aquilo serviu para lhe ensinar que além de encontrar o “queijo desejado” é importante também a procura por ele. Tornou se mais cuidadoso, tomando mais cautela, mesmo com muito queijo naquele local, saiu à caminha a procura de outros locais onde também poderia haver queijo, e cuidando do queijo que já tinha, percebendo de ele não apodrecera, entre outros danos. E assim termina a história.
No Debate do grupo de amigos, cada um se compara a um personagem da história, tiram suas próprias reflexões sejam elas para os seus trabalhos ou para as suas vidas pessoais e ainda se lembram de momentos difíceis que tiveram que caso tivesse ouvido essa histórias antes, poderiam ter mudado o rumo de sua vida.
O autor quis passa uma idéia de “enfretamento de medos”, que por muitas vezes não queremos mudar de atitude, de lugar ou o modo de sermos, por medo. Não sabemos como a vida vai se processar se mudarmos, por isso não queremos mudar, porém isso pode beneficiar muito mais do que prejudicar. Temos crenças bobas, medos irracionais e muitas pessoas gostam de se martirizar por suas perdas ou mudanças, quando deveriam imediatamente procurar outro modo de obterem que querem. Temos de enfrentar nossos medos, tirar nossas próprias conclusões e sempre objetivar e imaginar o que queremos, obviamente com muito esforço e dedicação.
O livro “Quem mexeu no meu queijo?” é uma boa leitura para as pessoas que têm dificuldades em entender e aceitar as mudanças. Através das quatro personagens presas a um labirinto, a parábola desenrola-se de uma forma simples, mas, trazendo lições a cada atitude. A aceitação da mudança, a persistência em não aceitá-la ou fazer dela uma oportunidade de crescimento, depende do julgamento, de cada personagem.
Cada um tem uma reação diferente com relação ao “novo queijo”, e, com o desenvolver da história, podem-se concluir quais as melhores maneiras de agir. O livro faz refletir sobre as suas próprias atitudes, sobre o medo, sobre a instabilidade da existência. Possibilita a realização de uma auto-análise, fazendo com que o leitor se enquadre em um de seus personagens do livro.
Interessante a maneira como o autor coloca a metáfora entre seres humanos, seres inteligentes, e ratinhos, como seres menos evoluídos que não complicam os fatos e por isso aceitam com naturalidade as mudanças. Isso nos faz questionar o quanto nossa suposta superioridade intelectual e complexidade de emoções podem atrapalhar nossa “evolução” se não soubermos lidar com nossas emoções.
Apesar de complicarmos os acontecimentos naturais da vida, o fato de sermos seres pensantes nos torna aptos a refletir sobre nossos erros e corrigirmos nossos caminhos. Refletir é o que nos diferencia dos outros seres do planeta. Só não podemos permitir que essa capacidade nos atrapalhe, interferindo assim em nosso desenvolvimento.
O labirinto (forma como o autor define as dificuldades, a sensação de estar "perdido" no desenrolar do processo de mudança) costuma causar ansiedade, insegurança, medo. Os ratinhos não tinham pensamentos complexos, e seguiam seus instintos de sobrevivência. Nossos "instintos" acabam sendo suprimidos pelos sentimentos, e por isso, corremos o risco de ficarmos "cegos" para as mudanças em torno de nós.
Outro ponto interessante foi à observação de que os ratinhos estavam sempre com as malhas e o tênis de correr, caso precisassem entrar novamente no labirinto.
Enquanto Hen e Haw estavam acomodados, isso nos alerta do perigo de não nos prepararmos para as mudanças repentinas e nos leva a refletir sobre a obrigatoriedade da constante atualização profissional, o aperfeiçoamento técnico, o domínio de outras línguas, entre outros.
Trata-se de uma reflexão sobre as atitudes humanas diante dos problemas, mostrando como muitos são supérfluos em não aceitar as mudanças, que podem ser oportunidades de crescimento, ficar consciente que as mudanças são inevitáveis e quanto antes adaptar-se a elas, melhor.
Elven R. Silva     

Na Margem do Rio Piedra (Eu Sentei e Chorei).

   

"É preciso correr os riscos. só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
todos os dias Deus nos da junto com o sol - um momento que é possível mudar tudo o que nos deixa infelizes.
Todos os dias procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e sera igual a amanhã. Mas quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silênciologo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais.
Este momento existe - um momento em que toda a força dasa estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.
A felicidade as vezes é uma benção, mas geralmente é uma conquista.
O instante mágico do dia nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos.
vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões - mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, podemos olhar para tráscom orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr os riscos.Porque este talveznão se deceocione nunca, nem tenha desilusões, nem "sofra" como aqueles que tem um sonho a seguir.
Mas quando olhar para trás - porque sempre olhamos para tras - vai escutar seu coração dizendo :'o que fizeste com os talentos que teu mestre te confiou?'
Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los. "Então esta é tua herança: a certeza de que desperdiçaste tua vida"
Pobre de quem escuta estas palavras. porque então acreditara em milagres, mas os instantes magicos da vida já terão passado."
                                                   PAULO COELHO (na margem do rio piedra eu sentei e chorei)Elven R. Silva

domingo, 2 de junho de 2013

As Empresas & " A Arte da Guerra"


O livro tem sido utilizado não somente por estrategistas de guerra, mas também por empresas e empresários a fim de chegar a seus objetivos através dos ensinamentos do autor. Cabem aqui alguns comentários quanto ao uso das estratégias de guerra para os ambientes empresariais.
Justamente para que se possa utilizar adequadamente uma técnica trazida de uma outra cultura e de um outro tempo, é fundamental que se crie um elo de ligação entre os dois ambientes e as duas culturas de forma a adaptar o que é útil e bom e descartar o que é ruim. Deve-se salientar, no entanto, que Tsu era um guerreiro e durante as guerras, o clima que norteia os Estados é um clima de exceção, mesmo que prolongado, apesar de Tsu sugerir que o exército esteja sempre em guerra, há necessidade de se viver a paz.

Nas empresas, o ambiente é diferente do que em uma guerra, mesmo entre as empresas com concorrência bem acirrada. Hoje em dia, a tecnologia da comunicação e da informação é tão ágil que o sigilo e a surpresa já não são possíveis como ocorria na época de Tsu. Além disto, as conseqüências das disputas não tinham uma abrangência global como se verifica hoje, o que aumenta a responsabilidade dos governantes e administradores, pois precisam prever onde e como suas decisões irão influenciar. Isto é algo que falta a muitos, pois pensar com responsabilidade social, ou responsabilidade em relação, por exemplo, aos pequenos concorrentes que dependem de fatias menores de um mercado ou ainda impactos ambientais é algo que exige avaliações mais precisas, investimentos, tempo, disposição e interesse. As variáveis se expandem e a sociedade e o mercado como um todo precisam se adequar a novas realidades. Volta-se aqui ainda ao contraponto da tecnologia a qual teve um desenvolvimento rápido, porém que não foi acompanhado do desenvolvimento das qualidades humanas, as quais, infelizmente, se direcionaram para o lado oposto.

O desenvolvimento de uma humanização foi interceptado e redirecionado negativamente. Lentamente, percebe-se que há um vazio que não foi preenchido e que não pode mais ser ignorado, mesmo que ainda não se esteja fazendo ações globais para remediar tais lacunas.

Os comandantes solitários e seus comandados já não acham mais aquele espaço
que antes tinham, pois o todo se faz pelo esforço sim de cada um, mas não com mão de ferro e sim com liberdade de expressão, com autonomia e conhecimento.

O episódio da decapitação das duas concubinas preferidas do rei para demonstrar força e poder é um ato de guerra e que não pode ser trazido para a nossa cultura e nossa realidade. Tenhamos reflexos daqueles tempos nas organizações atuais, principalmente nas pessoas de gestores com mais de 45 anos, em atos de autoritarismo pleno e em diversas formas. Há também empregados que por abuso de poder ou influência agem como os antigos comandados da época de Tsu.Sozinho não é possível ser dono das informações e de lidar com elas, pois a globalização gerou um estado de falta de fronteiras de informações.
A velocidade da informação é quase instantânea. O chefe não é mais um comandante e sim um facilitador que naturalmente tem as informações e a visão macro para tomadas de decisões a nível estratégico, mas que depende de seus colaboradores para que os rumos sejam percorridos integralmente e os objetivos alcançados. No campo de batalhas os comandados precisam de informações e ficam  perdidos sem elas.

Naturalmente que o facilitador e o comandante de Tsu têm muitas coisas em comum, tais como o amor por seus subordinados, a capacidade de exigir e de recompensar, o desenvolvimento do grupo como equipe e de proporcionar condições para o desenvolvimento individual, dentro de padrões éticos e morais. Além disto, há ainda a questão “inimigos”, os quais devem ser tratados de forma correta. Porém isto não se coaduna com a espionagem e as trocas de informações que são sugeridas no livro e valorizadas pelas guerras. A própria utilização destes subterfúgios, implica na quase que centralização total das informações, o que além de engessar um ou mais processos pode ser fatal se acontecer alguma coisa com a pessoa do comandante que o impossibilite temporariamente ou totalmente, comprometendo o desenvolvimento das ações de continuidade de uma organização. Isto sem falar, nas coisas que foram feitas e ainda são em nome dos fins, sem se preocupar com os meios utilizados para tanto. Como fica o desenvolvimento sadio e positivo se a base sobre a qual se está construindo é feita de barro?

A centralização de informações além de não colaborar para crescimento dos indivíduos pessoalmente, mas, também, profissionalmente há uma interrupção no processo evolutivo, pois eles ficam restritos a serem comandados, sem criatividade e sem responsabilidades próprias, as quais formam o meio mais eficaz de forjar o caráter de um indivíduo.

A centralização acarretou e ainda acarreta também restrições nas próprias organizações, pois a informação e a comunicação efetiva são a mola propulsora para que a confiança, a união e a continuidade possam florescer. Muitas empresas familiares se acabaram com o falecimento de seu fundador por não terem claras e definidas suas ações e planos de futuro, levando empresas fortes e tradicionais a bancarrota.

Aqui falta o planejamento a longo prazo e a idéia de organização como uma pessoa (jurídica) por si só, que depende do elemento humano e suas diferentes capacitações para ser oxigenada, e continuada.
                                                                                                Elven R. SIlva

Metanoia?



        Você deve estar se perguntando: o que é metanóia? Isso morde? Metanóia é uma nova maneira de enxergar a realidade. É transformação. É livrar-se dos entulhos liberando espaço para o novo. Este livro tem um diferencial, trata-se de um romance  de negócios! É isso mesmo, você vai aprender a partir de uma trama envolvente, onde o autor conta a história de Lucas (que poderia ser qualquer um de nós), um empreendedor cuja empresa perde um grande contrato e seu principal cliente. Então iniciamos uma viagem de transformação. Um livro que pode nos ajudar a transformar trabalho em vida e a construir empresas sólidas, de verdade.

Autor: Roberto Adami Tranjan

sábado, 1 de junho de 2013

O Céu é o limite.




Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si.


Abraham Lincolin


Meu prezado senhor,
Direi apenas algumas poucas palavras.
A vida fez de mim um homem bem familiarizado com as decepções.
Aos 23 anos, tentei um cargo na política e perdi. Aos 24, abri
Uma loja que não deu certo. Aos 32, tentei um negócio de advocacia com amigos, mas logo rompemos a sociedade. Ainda naquele
Ano, tive um grave colapso nervoso e passei um bom tempo no
hospital. Com 45 anos, disputei uma cadeira no Senado e não ganhei. Aos 47, concorri à nomeação pelo Partido Republicano para a Eleição Geral e fui derrotado. Aos 49, tentei o Senado e fracassei novamente. Mas, aos 51 anos, finalmente, fui eleito presidente dos Estados Unidos da América.
      Por isso, não venha me falar de dificuldades, tropeços ou fracassos. Não me interessa saber se você falhou. O que me interessa é se você soube aceitar o tropeço.
      Todos os infortúnios que vivi me tornaram um homem mais forte, me ensinaram lições importantes. Aprendi a tolerar os medíocres; afinal, Deus deve amá-los, por que fez vários deles. Aprendi que os princípios mais importantes podem e devem ser inflexíveis. Aprendi que, quando se descobre que uma opinião está errada, é preciso descartá-la. Aprendi que a melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades. Aprendi que nunca se deve
mudar de cavalo no meio do rio.
     Se você está vivendo um momento temporário de fracasso, posso afirmar, com a certeza da minha maturidade, ou dolorida experiência, que você já mais falhará se estiver determinado a não fazê-lo.
      Por mais que você encontre dificuldades pelo caminho, não desista. Pois saiba que o campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.
Sinceramente,
                                                                                        ABRAHAM LINCOLN
                                                                        16° presidente norte-americano



Os segredos da mente milionária.


Os segredos da mente milionária
T. Harv Eker



    Uma seleção das melhores frases feita por Tom R. especialmente para o blog MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO.
Se reproduzir este texto em algum outro veículo de comunicação, preserve os créditos acima.


O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.

A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade.

Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida.

"Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros", diz Eker.
"É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo".

Recebi conselhos de um amigo da família, um homem extremamente rico. Ele foi à casa dos meus pais jogar cartas e notou a minha presença. Na época eu estava morando na "suíte do andar de baixo", também conhecida como o porão. Era a terceira vez que eu voltava para casa. O meu pai deve ter falado com esse amigo sobre a minha lamentável existência porque, quando ele me viu, tinha nos olhos aquela simpatia normalmente reservada aos parentes de um morto.
Ele disse:
- Harv, eu comecei igual a você: um desastre completo.
"Fantástico, isso faz com que eu me sinta bem melhor", pensei. Mas, antes que pudesse dizer qualquer coisa, ele prosseguiu:
- Mas recebi um conselho que mudou a minha vida e eu gostaria de transmiti-lo a você. Harv, se as coisas não estão indo como você gostaria, isso quer dizer apenas que há algo que você não sabe.
Na época eu era um jovem arrogante e achava que sabia tudo. Porém - ai de mim - a minha conta bancária mostrava o contrário. Comecei a prestar atenção. Ele continuou:
- Você sabia que a maioria das pessoas ricas pensa mais ou menos da mesma forma?
Eu disse:
- Não, nunca observei isso.
Ao que ele respondeu:
- Isso não é ciência exata, mas quase todos os ricos pensam de um jeito completamente diferente das outras pessoas. O modo de pensar determina as ações dos indivíduos e, conseqüentemente, os seus resultados. Você acredita que se pensasse como os ricos e agisse como eles, conseguiria enriquecer também?
Lembro-me de ter respondido com a confiança de uma bola murcha:
- Acho que sim.
- Então - ele explicou -, tudo o que você precisa fazer é copiar o modo de pensar dos ricos.
(...)Como nada estava dando certo para mim, pensei: "Por que não fazer o que ele disse?" E me dediquei de corpo e alma ao estudo dos ricos e do seu modo de pensar. Aprendi tudo o que podia sobre o funcionamento da mente humana, mas me concentrei principalmente na psicologia do dinheiro e do sucesso. Descobri que, sim, era verdade: os ricos pensam de um modo diferente das pessoas que não possuem dinheiro e até das que têm uma vida confortável em termos financeiros. Acabei tomando consciência de como os meus pensamentos me empurravam para longe da riqueza. E o mais importante: aprendi técnicas poderosas de recondicionamento mental para passar a pensar da mesma forma que eles.
Por pensar sempre no curto prazo, eu me desviava do rumo quando aparecia uma boa oportunidade ou me desinteressava quando as coisas iam mal.

Eu sempre digo: não basta estar no lugar certo na hora certa. Você tem que ser a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa.

Quem é você, então? Como você pensa? Quais são as suas crenças? Quais são os seus hábitos e as suas características? Qual é a sua opinião sobre si próprio? Quanta confiança você tem em si mesmo? Como é o seu relacionamento com as pessoas? Até que ponto você confia nelas? Você realmente acredita que merece ser rico? Qual é a sua capacidade de agir apesar do medo, da preocupação, do incômodo, do desconforto? Você consegue ir em frente mesmo quando não está disposto a fazer isso?

O fato é que o seu caráter, o seu pensamento e as suas crenças são os fatores que determinam o seu grau de sucesso.

Stuart Wilde, um dos meus escritores favoritos, apresenta a questão da seguinte maneira: "A chave do sucesso é despertar a própria energia, pois isso atrairá as pessoas até você. E, quando elas aparecerem, fature!"

Donald Trump é um ótimo exemplo. Ele tinha bilhões de dólares e perdeu cada centavo. Dois anos depois, recuperou tudo e até conseguiu mais.

Como se explica esse fenômeno? É simples. Pessoas assim podem perder todo o dinheiro que possuem, mas jamais perdem o ingrediente mais importante do seu sucesso: a mente milionária. No caso de Trump, a sua mente bilionária, é claro.

Aprendi com a experiência que as coisas que não vemos são muito mais poderosas do que as que vemos. Talvez você não concorde com essa afirmação, mas tenho certeza de que você sofrerá se não aplicar esse princípio na sua vida. Por quê? Porque estará indo contra as leis da natureza que dizem que o que está embaixo do solo gera o que está em cima dele, o que é invisível cria o que é visível.
a única maneira de mudar o seu mundo "exterior" é modificar o seu mundo "interior".
Se as coisas não vão bem na sua vida exterior, é porque não estão indo bem na sua vida interior. É simples assim.

Por que as declarações são uma ferramenta tão valiosa? Porque tudo o que existe é feito de uma única coisa: energia. A energia sempre viaja em freqüências e vibrações. Assim, toda declaração tem uma freqüência vibratória. Quando você faz uma declaração em voz alta, a energia que ela libera vibra por todas as células do seu corpo. Ela envia mensagens específicas não apenas para o universo como também para o seu subconsciente.

Eu o convido a dizer:
O meu mundo interior cria o meu mundo exterior.
Agora diga: Eu tenho uma mente milionária!

Ele me contou que, quando era garoto, a sua mãe costumava dizer: "Os ricos são gananciosos. Eles lucram com o suor dos pobres. A gente deve ter o suficiente para viver. Mais do que isso é cobiça".

Ninguém precisa ser um Einstein para perceber o que se passava no subconsciente de Stephen. Não era de admirar que ele estivesse quebrado, pois fora verbalmente condicionado pela mãe a acreditar que os ricos são gananciosos. Conseqüentemente, a sua mente ligava as pessoas ricas à ambição desmedida, que é, evidentemente, má. Como ele não queria ser mau, o seu subconsciente lhe dizia que não podia ser rico.

Stephen amava a mãe e não queria que ela o desaprovasse. É óbvio que, pelo sistema de crenças dela, ele não teria a sua aprovação se ficasse rico. Assim, a única coisa que podia fazer era livrar-se de todo o dinheiro que excedesse o estritamente necessário para o seu sustento - de outra forma estaria sendo ganancioso.

Você deve estar pensando que, entre possuir riqueza e ter a aprovação da mãe ou de quem quer que seja, a maioria das pessoas escolheria ser rica. Nem pensar. A mente humana não funciona assim. É claro que o dinheiro parece ser a escolha lógica. Mas, quando o subconsciente tem que optar entre a lógica e as emoções profundamente enraizadas, as emoções quase sempre vencem.

Passos para a mudança: programação verbal

A segunda influência: exemplos

Como se comportavam os seus pais ou responsáveis em questões de dinheiro quando você era criança? Eles cuidavam bem ou mal das finanças? Eram gastadores ou econômicos? Eram investidores perspicazes ou nunca investiam? Eram propensos a arriscar ou conservadores? Vocês tinham dinheiro sempre ou só esporadicamente? O dinheiro afluía com facilidade à sua família ou era suado? Era fonte de felicidade ou motivo de ásperas discussões?

Por que essa informação é importante? Você já deve ter ouvido a frase: "Macaco vê, macaco faz". Ora, nós, seres humanos, não ficamos muito atrás. Quando crianças, aprendemos quase tudo a partir dos exemplos que nos dão.

Muitas pessoas nascidas em famílias pobres sentem raiva e se rebelam. Em geral, elas vão à luta e enriquecem ou têm, pelo menos, o impulso de enriquecer. Mas há um pequeno problema, que é na verdade um problemão. Mesmo que façam fortuna ou se matem de trabalhar na tentativa de alcançar o sucesso, elas não costumam ser felizes. Por quê? Porque as raízes da sua riqueza ou motivação para ganhar dinheiro são a raiva e o ressentimento. Conseqüentemente, dinheiro e raiva tornam-se entidades associadas na sua mente: quanto mais dinheiro elas têm ou lutam para ter, mais enraivecidas ficam.

Até o dia em que a sua consciência lhes diz: "Estou cansado de tanta raiva e de tanto estresse. Tudo o que eu quero é paz e felicidade". Nesse ponto, as pessoas perguntam à mesma mente que criou aquela associação o que fazer a respeito dessa situação. E a mente responde: "Para se livrar da raiva, será necessário dar um fim ao seu dinheiro". E é o que elas fazem: inconscientemente, livram-se dele.

Começam a gastar loucamente, a realizar maus investimentos, a pedir divórcios desastrosos do ponto de vista financeiro ou a sabotar o próprio sucesso de outra forma. Mas não importa, porque agora elas são felizes, certo? Errado. As coisas ficam ainda piores porque agora, além de continuarem a sentir raiva, elas estão também na lona. Deram fim à coisa errada!

Livraram-se do dinheiro, e não da raiva - do fruto, e não da raiz -, quando a verdadeira questão é, e sempre foi, a raiva que sentem dos pais. Enquanto esse sentimento permanecer, elas nunca estarão verdadeiramente felizes ou em paz, não importa quanto dinheiro tenham ou deixem de ter.

A sua razão, ou motivação, para enriquecer ou fazer sucesso é crucial. Se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade.

Nos seminários, costumo perguntar à platéia: "Quantos de vocês diriam que o medo é a sua principal motivação para o sucesso?" Poucas pessoas erguem o braço. No entanto, quando eu pergunto "Quantos de vocês diriam que a segurança é uma das suas principais motivações para o sucesso?", quase todos os presentes levantam a mão. Mas preste atenção - a segurança e o medo são ambos motivados pelo mesmo fator. A busca por segurança tem origem na insegurança, cujo fundamento é o medo.

Será que mais dinheiro dissipa o medo? Quem dera! A resposta é: absolutamente, não. Por quê? Porque o dinheiro não é a raiz do problema; o medo, sim. E o pior é que esse sentimento, mais do que um problema, é um hábito. Portanto, ganhar mais dinheiro apenas mudará o tipo de temor que trazemos dentro de nós. Quando não possuímos nada, sentimos medo de não conseguir chegar lá ou de não termos o suficiente. Se atingimos um patamar qualquer, o medo passa a ser "E se eu perder tudo o que consegui?", ou "Todo mundo vai querer o meu dinheiro", ou ainda "Vou ter que pagar uma fortuna de impostos". Em resumo, se não formos à raiz da questão e nos livrarmos do medo, nenhuma quantidade de dinheiro será capaz de nos ajudar.

Mais uma vez: está tudo dentro de você. Lembre-se: o seu mundo interior reflete o seu mundo exterior. Se você não se considera pleno, acabará confirmando essa crença e criando a realidade de que não tem o suficiente. Por outro lado, se você se sente uma pessoa plena, validará essa crença gerando abundância. Por quê? Porque a plenitude é a sua raiz e ela se tornará o seu modo natural de viver.

Desvinculando a sua motivação para ganhar dinheiro da raiva, do medo e da necessidade de auto-afirmação, você poderá estabelecer novas associações para prosperar financeiramente por meio do propósito, da contribuição e da alegria. Assim, nunca terá que se livrar do dinheiro para ser feliz.

Quando a minha mulher tinha oito anos de idade, toda vez que ela ouvia a buzina do caminhão de sorvete na sua rua, corria até à mãe para pedir uma moedinha. E ouvia a seguinte resposta: "Sinto muito, querida, eu não tenho. Peça ao seu pai". Ele então lhe dava uma moeda e ela ia comprar o sorvete, feliz da vida.

Toda semana essa mesma história se repetia. O que foi, então, que a minha mulher aprendeu a respeito do dinheiro?

Primeiro, que são os homens que têm dinheiro. E o que você acha que ela esperava de mim quando nos casamos? Exatamente: que eu lhe desse dinheiro. Só que agora ela não pedia mais moedinhas! Já era uma mulher formada.

Segundo, ela aprendeu que mulher não tem dinheiro. Se a sua mãe (a deusa) não o tinha, obviamente era assim que as coisas deviam ser. Para confirmar esse padrão, ela se livrava subconscientemente de todo o dinheiro que ganhava.

O único motivo pelo qual nós brigávamos era o dinheiro. Isso quase custou o nosso casamento. O que não sabíamos era que dávamos significados inteiramente diferentes a ele. Para a minha mulher, dinheiro correspondia a prazer imediato (como saborear um sorvete). Eu, por outro lado, cresci com a crença de que ele devia ser acumulado para proporcionar liberdade.

No que me dizia respeito, quando a minha mulher gastava dinheiro, ela estava acabando com a nossa liberdade futura. E, do ponto de vista dela, sempre que eu a impedia de gastar, estava tirando o seu prazer de viver.

As estatísticas mostram que a causa mais freqüente das separações e divórcios é o dinheiro. E o principal motivo por trás das brigas não é o dinheiro em si mesmo, mas o conflito entre "modelos de dinheiro"! Não importa quanta grana você tenha ou deixe de ter. Se o seu modelo não é compatível com o da pessoa com quem se relaciona, há um grande desafio à sua frente. Isso vale para pessoas casadas, namorados, familiares e até sócios. O fundamental é compreender que você está lidando com modelos, e não com dinheiro. Uma vez que tenha identificado o modelo financeiro do seu parceiro ou da sua parceira, conseguirá lidar com ele de um modo que satisfaça ambos.

Há um exercício que você pode fazer com o seu parceiro ou com a sua parceira. Sentem-se e falem sobre as histórias envolvendo dinheiro que cada um de vocês tem na memória - o que ouviam quando crianças, os respectivos modelos familiares e quaisquer episódios emocionais específicos que tenham vivido. Descubram também o que o dinheiro realmente significa para ambos: prazer, liberdade, segurança, status. Isso os ajudará a identificar os seus modelos de dinheiro atuais e descobrir os motivos das suas divergências nessa questão.

Você está programado para ter uma renda baixa, uma renda média ou uma renda alta? Sabia que existem quantidades de dinheiro que a maioria das pessoas está programada para receber? Você está programado para ganhar de R$ 30 mil a R$ 40 mil por ano? De R$ 50 mil a R$ 60 mil? De R$ 80 mil a R$ 100 mil? De R$ 200 mil a R$ 300 mil? Mais de R$ 350 mil?

O sucesso do seu negócio depende do seu modelo de dinheiro. Você sempre o validará. Se ele está programado para lhe dar R$ 30 mil anuais, essa é a medida precisa do êxito que você obterá com ele - o suficiente para lhe garantir R$ 30 mil por ano.

Se você é vendedor e tem um modelo programado para ganhar R$ 100 mil por ano e consegue fechar um grande negócio que lhe renderá R$ 150 mil, acontecerá o seguinte: ou a venda será cancelada ou, caso você receba os R$ 150 mil, o ano seguinte será péssimo para compensar e levá-lo de volta ao nível do seu modelo financeiro.

Por outro lado, caso você esteja programado para ganhar R$ 150 mil e tenha passado dois anos na pior, não se preocupe: você vai recuperar tudo o que não conseguiu receber. Será necessariamente assim, é a lei subconsciente da relação entre a mente e o dinheiro.

Robert G. Allen: "Nenhum pensamento mora de graça na cabeça de ninguém - todos eles são investimentos ou custos. Ou levam a pessoa na direção da felicidade e do sucesso ou a afastam dessas duas coisas - ou a fortalecem ou a enfraquecem".

Lembre-se: pensamentos conduzem a sentimentos, que conduzem a ações, que conduzem a resultados. Você pode optar por pensar e agir como as pessoas ricas e, desse modo, conquistar resultados semelhantes aos que elas alcançam.

Não seria fantástico se você fosse naturalmente capaz de pensar como os ricos em matéria de dinheiro? Desejo muito que a sua resposta a essa pergunta tenha sido "com certeza" ou algo semelhante.

Sim, você é capaz.

Instalarei na sua mente 17 "arquivos de riqueza" alternativos. Novos arquivos possibilitam novas escolhas. Eles o ajudarão a perceber quando você estiver raciocinando como um indivíduo de mentalidade pobre ou como alguém que tem uma visão de classe média e a mudar conscientemente o seu foco para o modo de pensar das pessoas ricas.

Não tenho a menor intenção de menosprezar quem dispõe de poucos recursos financeiros nem desejo dar a impressão de que não me sensibilizo com a sua situação. Não considero os ricos melhores do que ninguém: eles apenas têm mais dinheiro. Por outro lado, em alguns casos, para me assegurar de que você captará a mensagem, utilizo exemplos mais incisivos para diferenciar o modo como as pessoas pensam.

Você pode ter a impressão de que muitos princípios desta seção do livro têm mais a ver com hábitos e ações do que com formas de pensar. Lembre-se: as suas ações provêm dos seus sentimentos, que provêm dos seus pensamentos. Conseqüentemente, toda ação que conduz à riqueza é precedida de um modo de pensar que segue essa mesma direção.

Se ainda não enriqueceu, talvez seja hora de considerar uma alternativa indicada por alguém que tem muito dinheiro e já colocou milhares de pessoas na estrada da fortuna. A decisão é sua.

As pessoas ricas acreditam na seguinte idéia:
"Eu crio a minha própria vida".
As pessoas de mentalidade pobre acreditam na seguinte idéia: "Na minha vida, as coisas acontecem".

Se você quer enriquecer, é imperativo acreditar que está no comando da sua vida, em especial da sua vida financeira. Caso contrário, você tem uma crença enraizada de que exerce pouco ou nenhum controle sobre a sua própria vida e, conseqüentemente, de que exerce pouco ou nenhum controle sobre o seu sucesso financeiro.

Já reparou que em geral são as pessoas que têm uma situação financeira difícil as que gastam mais dinheiro com jogos lotéricos? Elas realmente acreditam que a riqueza cairá no seu colo quando as bolinhas com os seus números forem sorteadas. Às vezes passam a noite coladas na tela da televisão esperando ansiosamente pelo sorteio para ver se desta vez a fortuna finalmente lhes sorrira.

É claro que todo mundo quer ganhar na loteria e até os ricos jogam de vez em quando para se divertir. Porém, em primeiro lugar, eles não gastam uma parte substancial dos seus rendimentos com bilhetes; em segundo lugar, essa não é a sua principal "estratégia" para fazer fortuna.

Você precisa acreditar que é você mesmo quem conquista o seu próprio êxito, que é você mesmo quem promove a sua própria mediocridade e que é você mesmo quem estabelece a sua própria batalha pelo dinheiro e pelo sucesso. Consciente ou inconscientemente, sempre se trata de você.

Em vez de assumirem a responsabilidade pelo que acontece na sua própria vida, as pessoas de mentalidade pobre preferem se colocar no papel de vítimas.

Pista nº 1 da vítima: a culpa é dos outros

A vítima põe a culpa na economia, no governo, na bolsa de valores, nos seus corretores, no ramo de negócio em que atua, no patrão, nos empregados, no gerente, nos diretores da empresa, no serviço de atendimento ao cliente, no departamento de entregas, no marido ou na sua mulher, no sócio, em Deus e, é claro, nos pais. A culpa é sempre de outra pessoa ou de outra coisa. O problema é invariavelmente alguém ou alguma coisa, nunca ela própria.

Pista nº 2 da vítima: sempre há uma justificativa

Quando não está culpando alguém, a vítima trata de racionalizar ou justificar a sua situação dizendo algo do gênero: "dinheiro não é assim tão importante". Eu lhe pergunto: você acha que, se disser ao seu marido ou à sua mulher, ao seu namorado ou à sua namorada, à sua sócia ou ao seu sócio que eles não são assim tão importantes, algum deles ficaria muito tempo com você? Acredito que não. Tampouco o dinheiro ficaria.

Você possuiria uma motocicleta se ela não fosse importante para você? É claro que não. Teria um papagaio de estimação se ele não fosse importante para você? Obviamente, não. Da mesma forma, se, na sua opinião, o dinheiro não é tão importante assim, você simplesmente não terá nenhum.

toda pessoa que diz que dinheiro não é importante não tem dinheiro nenhum. Os ricos entendem a importância do dinheiro e o lugar que ele ocupa na sociedade. Quem tem a mentalidade pobre, por sua vez, valida a sua própria inépcia financeira com comparações irrelevantes. Afirma: "O dinheiro não é mais importante do que o amor". Ora, essa é uma comparação equivocada. O que é mais importante: o seu braço ou a sua perna? É óbvio que ambos têm importância.

O dinheiro é essencial nas áreas em que produz resultados e insignificante nos campos em que não tem utilidade. E, embora o amor possa fazer o mundo girar, esse sentimento certamente não paga a construção de hospitais, igrejas e casas. E também não enche a barriga de ninguém.

Pista nº 3 da vitima: viver se queixando

Queixar-se é a pior coisa que alguém pode fazer por sua saúde e riqueza. A pior mesmo. Por quê?

Acredito piamente na lei universal que diz: "Aquilo que focalizamos se expande". Quando você se queixa, no que está se concentrando: naquilo que está certo ou no que está errado na sua vida? Obviamente, está dando destaque ao que está errado. E, uma vez que aquilo que é focalizado se expande, você só receberá mais do que está indo mal.

Muitos professores da área do desenvolvimento pessoal falam sobre a lei da atração. Ela diz que "os iguais se atraem" - isso quer dizer que, quando alguém reclama, está na realidade atraindo coisas ruins para a sua vida.

Você já reparou como costuma ser difícil a vida das pessoas que vivem se lamentando? Parece que tudo o que pode dar errado lhes acontece. Elas dizem: "É claro que eu reclamo - olha só como minha vida é uma droga". Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, poderá explicar: "Não: é exatamente porque você se queixa que a sua vida é uma droga".

Isso remete a outro ponto. Você tem que fazer questão absoluta de não ficar na companhia de pessoas que vivem reclamando.

Eu procuro ficar tão distante quanto possível de quem reclama porque a energia negativa é contagiosa. Muitas pessoas, porém, adoram se aproximar dos resmungões e ouvi-los. Por quê? Por um motivo simples: elas estão esperando a sua vez de se queixar. "E você acha que isso é horrível? Espere só até ouvir o que aconteceu comigo".

De hoje em diante, quando você se vir culpando os outros, se justificando ou se queixando, pare imediatamente. Lembre-se de que você está criando a sua vida e atraindo para ela, a todo momento, o sucesso ou algo negativo. É fundamental que escolha cuidadosamente os seus pensamentos e as suas palavras.

Por outro lado, ser vítima tem as suas recompensas. O que as pessoas ganham se colocando nesse papel? A resposta é: atenção. Isso é importante? Com toda a certeza. De uma forma ou de outra, atenção é tudo o que a maioria das pessoas almeja. E o que faz com que elas vivam em busca de atenção é o fato de cometerem um grande erro - o mesmo que quase todos nós já cometemos: confundir atenção com amor.

Acredite: é praticamente impossível ser feliz e bem-sucedido quando se está o tempo todo precisando de atenção. Por causa dessa necessidade, quem está sempre querendo agradar para conseguir aprovação costuma ficar à mercê dos outros. A busca por atenção causa mais um problema: a pessoa tende a fazer coisas idiotas para consegui-la. É essencial dissociar a atenção do amor por vários motivos.

Primeiro, a pessoa fará mais sucesso; segundo, será mais feliz; terceiro, poderá encontrar amor verdadeiro na sua vida. Na maior parte dos casos, aqueles que confundem amor com atenção não se amam no sentido genuinamente espiritual da palavra, e sim, em larga medida, a partir do seu próprio ego, como na frase "eu amo tudo o que você faz por mim". Conseqüentemente, o relacionamento diz respeito apenas ao próprio indivíduo, não à outra pessoa ou, pelo menos, às duas.

Como já disse, uma vítima verdadeiramente rica não existe. Assim, para poder continuar nesse papel, quem está em busca de atenção faz questão absoluta de nunca enriquecer de verdade.

É hora de decidir. Você pode ser uma vítima ou alguém rico, jamais as duas coisas ao mesmo tempo. Preste atenção: toda vez que você culpar alguém, se justificar ou se queixar, estará se degolando em termos financeiros.

Eu mesmo crio o meu próprio grau de sucesso financeiro.
Eu tenho uma mente milionária!

As pessoas ricas entram no jogo do dinheiro para ganhar.
As pessoas de mentalidade pobre entram no jogo do dinheiro para não perder.

As pessoas de mentalidade pobre jogam o jogo do dinheiro na defensiva.

É assim que a maioria das pessoas joga o jogo do dinheiro. A sua principal preocupação é a sobrevivência e a segurança, e não a conquista de riqueza e abundância. Então, qual é a sua meta, seu objetivo, sua real intenção?

A meta das pessoas verdadeiramente ricas é ter grande fortuna e abundância. Não apenas algum dinheiro, mas muito dinheiro. E qual é o objetivo das pessoas de mentalidade pobre? Ter "dinheiro suficiente para pagar as contas... em dia, já seria um milagre!"

Deixe-me falar uma vez mais sobre o poder da intenção. Se o que você pretende é possuir apenas o bastante para cobrir as despesas, é exatamente isso o que conseguirá - nem um único centavo a mais.

Houve uma fase em que estive completamente quebrado – cheguei a pedir US$ 1 emprestado para abastecer o carro. Mas isso não foi tudo. Primeiro, o carro não era meu. Segundo, esse dólar veio na forma de quatro moedas. Você faz idéia de como é constrangedor para um adulto ter que pagar gasolina com moedas? O frentista me olhou como se eu fosse um ladrão de cofrinho de criança e apenas sorriu, balançando a cabeça. Não sei se dá para imaginar, mas esse foi um dos meus momentos financeiros mais baixos e, infelizmente, apenas um deles.

Se o seu objetivo é ter algum conforto, é provável que você nunca fique rico. Mas, caso a sua meta seja enriquecer, é provável que você alcance uma situação ricamente confortável.

Um dos princípios que ensino nos seminários é: "Se você atirar nas estrelas, atingirá pelo menos a Lua". As pessoas de mentalidade pobre não atiram nem no teto da sua própria casa e, depois, ficam se perguntando por que não acertaram em nada.
Se você quer ficar rico, a sua meta tem que ser essa, e não a de ter apenas o suficiente para pagar as contas ou para desfrutar de algum conforto.
A minha meta é ficar milionário e mais ainda.

Eu tenho uma mente milionária!
As pessoas ricas assumem o compromisso de serem ricas.
As pessoas de mentalidade pobre gostariam de ser ricas.

Pergunte as pessoas se elas querem ser ricas. A maioria delas vai pensar que você é doido. "É claro que sim", dirão. A verdade, porém, é que quase todas elas não desejam enriquecer. Por quê? Porque têm no seu subconsciente muitos arquivos de riqueza negativos que lhes dizem que há algo errado em ser rico.

No Seminário Intensivo da Mente Milionária, uma das perguntas que faço é: quais são algumas das possíveis desvantagens de ser rico ou de tentar ser rico?

Veja o que os participantes costumam dizer e verifique se alguma das respostas tem a ver com o que você pensa a respeito dessa questão.

"E se eu me der bem e perder tudo? Aí serei realmente um fracassado".
"Nunca vou saber se as pessoas gostam de mim por mim mesmo ou pelo meu dinheiro".
"Vou cair na faixa mais alta do imposto de renda e ter que dar metade do meu dinheiro ao governo".
"Dá muito trabalho".
"O esforço pode acabar com a minha saúde".
"Os meus amigos e a minha família vão me criticar, dizendo: 'Quem você pensa que é?'".
"Todo mundo vai me pedir uma ajudinha".
"Eu poderia ser roubado".
"Os meus filhos poderiam ser seqüestrados".
"Uma responsabilidade muito grande. Terei que administrar rios de dinheiro. Precisarei entender tudo de investimentos. Vou ter que me preocupar com estratégias fiscais e proteção de ativos e contratar contadores e advogados caros. Ai, que coisa chata!"
E por aí vai.

(...) essas pessoas têm idéias muito contraditórias a respeito da riqueza. Uma parte desses registros afirma, radiante: "Ter mais dinheiro tornaria a minha vida muito mais divertida". Mas outra parte grita: "É, mas vou ter que me matar de trabalhar! Qual é a graça, então?" Uma parte diz: "Vou poder viajar pelo mundo inteiro". E outra destaca: "É, mas todos vão querer uma ajudinha". Essas contradições podem parecer inocentes, mas, na realidade, são alguns dos principais motivos pelos quais a maioria das pessoas nunca enriquece.

O universo (outra forma de dizer "força superior"), que está ligado a um grande departamento de pedidos via correio, está o tempo todo lhe enviando acontecimentos, pessoas e coisas. Você "pede" (e recebe) aquilo que deseja encaminhando-lhe mensagens cheias de energia baseadas nas suas crenças dominantes. Por força da lei da atração, o universo faz o que está ao seu alcance para dizer sim e atende aos seus desejos. Mas, se você tem mensagens contraditórias nos seus arquivos de riqueza, ele não compreende o que você quer.

Em determinado momento, o universo ouve que você deseja enriquecer e começa a lhe enviar oportunidades para que alcance o seu objetivo. Depois, porém, ele o escuta dizer "Os ricos são gananciosos" e começa a ajudá-lo a não ganhar muito dinheiro. Em seguida, você pensa: "Ser rico tornaria a minha vida muito mais interessante"; e o universo, perplexo e confuso, recomeça a lhe mandar chances de ganhar mais dinheiro. No dia seguinte, você não está de bom humor e pensa: "O dinheiro não é tão importante assim". Frustrado, o universo grita: "Dá um jeito nessa sua cabeça. Eu lhe darei o que você quiser, mas me diga o que é!".

O principal motivo que impede a maioria das pessoas de conseguir o que quer é não saber o que quer. Os ricos não têm nenhuma dúvida de que almejam fazer fortuna. São inabaláveis no seu desejo e totalmente comprometidos com a criação da riqueza. Farão tudo o que for legal, moral e ético para concretizar a sua meta. Eles não enviam mensagens contraditórias ao universo. As pessoas de mentalidade pobre, sim.

O querer tem três níveis. O primeiro é: "Eu quero ser rico". Essa é outra forma de dizer: "Pegarei tudo o que cair no meu colo". Mas querer somente não basta. Você nunca notou que "querer" nem sempre conduz a "ter"? Observe também que querer e não ter cria mais querer. Querer torna-se um hábito que só leva a ele mesmo, um círculo vicioso que não chega a lugar nenhum. A riqueza não resulta simplesmente do fato de a pessoa desejar possuí-la. Como eu sei disso? Basta observar a realidade: bilhões de indivíduos querem ser ricos, mas relativamente poucos são.

O segundo nível do querer é: "Eu escolho ser rico". Isso implica a decisão de ficar rico. A escolha tem uma energia muito forte e anda de mãos dadas com a responsabilidade que a pessoa tem de criar a sua própria realidade. A palavra decisão vem do latim "decidere", que equivale a "eliminar todas as outras alternativas". Escolher é muito bom, mas ainda não é o melhor.

O terceiro nível do querer é: "Eu me comprometo a ser rico". O significado de comprometer-se é "dedicar-se sem restrições". (...) Isso requer disposição para fazer o que for necessário durante o tempo que for preciso. É o caminho do guerreiro. Nenhuma desculpa, nenhum se, nenhum mas, nenhum talvez - e o fracasso não é uma opção. O caminho do guerreiro é simples: "Serei rico ou morrerei tentando".

"Eu me comprometo a ser rico". Experimente dizer isso a si mesmo. O que você sente? Há quem experimente uma sensação de força e há quem tenha uma sensação de medo.

As pessoas, na sua maioria, jamais se comprometeriam a ser ricas. Se alguém lhes perguntasse: "Vocês apostariam a sua vida que farão fortuna nos próximos 10 anos?" Quase todas elas diriam: "Nem pensar!" Essa é a diferença entre quem tem muito dinheiro e os indivíduos de mentalidade pobre. É por não se comprometerem de verdade a se tornarem ricos que estes últimos não o são e provavelmente jamais o serão.

Alguém entre eles poderia dizer: "Harv, não sei do que você está falando. Eu trabalho duro o ano inteiro, faço o possível, de todas as formas. É claro que estou comprometido com o objetivo de enriquecer". E eu responderia que tentar não é suficiente. A definição de comprometer-se é dedicar-se incondicionalmente.

A palavra-chave é: incondicionalmente. Ela mostra que você está dando tudo, e quero dizer tudo mesmo, o que tem para conseguir ser rico. Muitas das pessoas financeiramente empacadas que conheço têm um limite quanto ao que estão dispostas a fazer, ao que aceitam arriscar e ao que admitem sacrificar. Embora se digam prontas para fazer tudo o que for necessário, eu sempre descubro, quando as questiono profundamente, que elas impõem uma série de condições em relação ao que estão ou não dispostas a realizar para terem sucesso.

Detesto ter que lhe dizer isso, mas ficar rico não é um passeio no bosque. E, se alguém disser que é, ou essa pessoa sabe muito mais do que eu ou não é sincera. A minha experiência diz que enriquecer exige foco, coragem, conhecimento, especialização, 100% de dedicação, atitude de não desistir jamais e, é claro, programação mental de pessoa rica. Você precisa também acreditar piamente que pode conquistar a riqueza e que de fato a merece. Repito: o significado de tudo isso é que, se você não estiver verdadeira e plenamente determinado a fazer fortuna, o mais provável é que não a obtenha mesmo.

Você está disposto a trabalhar 16 horas por dia? As pessoas ricas estão. Concorda em trabalhar sete dias por semana e abrir mão da maior parte dos seus fins de semana? As pessoas ricas, sim. Admite sacrificar o seu tempo com a família e os amigos e se privar das Suas diversões e dos seus hobbies? As pessoas ricas fazem isso. Aceita arriscar todo o seu tempo, toda a sua energia e todo o seu capital inicial sem nenhuma garantia de retorno? As pessoas ricas correm esse risco.

Elas estão preparadas para agir assim e dispostas a fazer tudo isso durante um tempo que pode ser curto ou bastante longo. E você, está pronto para essa realidade?
o universo ajudará, guiará, apoiará e fará até milagres a seu favor. Mas, primeiro, você tem que se comprometer.
Eu me comprometo a ser rico.
Eu tenho uma mente milionária!

Escreva um pequeno parágrafo sobre o motivo exato pelo qual enriquecer é importante para você. Seja específico.
As pessoas ricas pensam grande.
As pessoas de mentalidade pobre pensam pequeno.

A maioria das pessoas escolhe pensar pequeno. Por quê? Primeiro, por causa do medo. Elas morrem de medo do fracasso e também do sucesso. Segundo, porque se sentem inferiores e não merecedoras. Não se consideram suficientemente importantes ou capazes de fazer uma real diferença na vida de alguém.

A maioria das pessoas está tão presa ao seu próprio ego que pensa: "Tudo gira em volta de mim, de mim e de mim". No entanto, se você quer ser rico no verdadeiro sentido da palavra, isso não pode se limitar a você. Tem que incluir o valor que você acrescenta à vida dos outros.

Você conhece a definição de empresário? A minha é: "Uma pessoa que lucra solucionando problemas alheios". Exatamente. Um empresário não é nada mais do que alguém que soluciona problemas.

Eu lhe pergunto: você prefere resolver problemas de mais pessoas ou de menos pessoas? Se respondeu mais, você precisa começar a pensar grande e decidir ajudar um grande número de pessoas - milhares, milhões até. O efeito disso é que, quanto mais gente você auxiliar, mais "rico" ficará nos planos mental, emocional, espiritual e, por fim, financeiro.

No livro Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach, a certa altura o personagem pergunta: "Como vou saber se completei a minha missão?" A resposta: "Se você ainda respira, é porque ela ainda não terminou".

No fim, pensar e agir pequeno só leva a uma vida de sacrifícios e insatisfação. Pensar grande e agir grande permite possuir dinheiro e uma vida com sentido. A escolha é sua.
Eu penso grande. Escolho ajudar milhares de pessoas.
Eu tenho uma mente milionária!
As pessoas ricas focalizam oportunidades.
As pessoas de mentalidade pobre focalizam obstáculos.

As pessoas ricas reconhecem o potencial de crescimento. As pessoas de mentalidade pobre consideram o potencial de perda. As pessoas ricas focalizam a remuneração. As pessoas de mentalidade pobre concentram-se no risco.

Os ricos, como já disse, assumem a responsabilidade pelos resultados da sua vida e agem segundo a programação mental "Vai dar certo porque eu farei com que dê certo".

Eles esperam ser bem-sucedidos. Têm confiança na sua capacidade e criatividade e acreditam que, se alguma coisa falhar, vão descobrir outro jeito de obter sucesso.

De modo geral, quanto maior a recompensa, maior o risco. Por verem oportunidades o tempo todo, as pessoas ricas estão dispostas a arriscar. Elas acreditam que conseguirão recuperar o seu dinheiro caso a vaca vá para o brejo.

Sem risco, não há recompensa.

É bom lembrar que estar aberto a aceitar riscos não corresponde necessariamente a estar disposto a perder. As pessoas ricas correm riscos calculados. Isso quer dizer que elas pesquisam, realizam as análises necessárias e tomam decisões baseadas em fatos e informações sólidas. Mas será que passam a vida inteira se informando?
Não. Elas fazem o que está ao seu alcance, no menor tempo possível, e tomam a decisão calculada de ir à luta ou não.

A questão, porém, é que a sorte - ou qualquer coisa do gênero - não cruzará o seu caminho se você não executar uma ação. Para ter sucesso financeiro, primeiro é necessário que você faça algo, compre algo ou comece algo. E depois disso? Terá sido a sorte, o universo ou um poder superior que o terá ajudado com um milagre por sua coragem e por seu compromisso de ir à luta? Na minha opinião, tanto faz. Apenas acontece.

Outro princípio-chave pertinente nesse caso é: as pessoas ricas focalizam o que elas querem, enquanto as que têm uma mentalidade pobre concentram-se no que não querem. Repetindo, a lei universal diz: "Aquilo que você focaliza se expande". Como os ricos estão sempre voltados para as oportunidades, elas chovem na sua vida. O seu maior problema é administrar todas as chances de ganhar dinheiro que aparecem à sua frente. No caso das pessoas de mentalidade pobre, que, por outro lado, estão sempre enfatizando os obstáculos, eles se multiplicam ao seu redor. O seu maior problema é como se livrar de tantos problemas.

A questão é simples. O seu campo focal determina o que você encontrará na vida. Concentre-se nas oportunidades e verá oportunidades. Atenha-se aos obstáculos e terá obstáculos. Não estou lhe dizendo para não tomar cuidado com os problemas. Trate deles à medida que forem aparecendo, no momento presente. Mas mantenha os olhos postos nas suas metas, permaneça em movimento rumo aos seus objetivos. Dedique o seu tempo e a sua energia a conquistar aquilo que você quer. Quando surgirem dificuldades, supere-as e, em seguida, recupere rapidamente o seu foco. Não permaneça a vida inteira resolvendo complicações. Empregue o seu tempo e a sua energia em pensamentos e atos, seguindo firmemente adiante, na direção do seu propósito.

Quer um conselho simples mas raro? Se você deseja ficar rico, concentre-se em ganhar, conservar e multiplicar o seu dinheiro. Se prefere ser pobre, dedique-se a gastá-lo. Independentemente de quantas dezenas de livros você leia e de quantos cursos sobre sucesso você faça, tudo se resume a isso. Lembre-se: aquilo que você focaliza se expande.

Ensino um princípio conhecido como "Preparar, fogo, apontar!". O que significa isso? Prepare-se o melhor que puder no menor tempo possível, aja e corrija-se no caminho.

Em geral, só conseguimos ver a curva seguinte e, só depois de alcançá-la, é que somos capazes de avistar mais.

A idéia é você começar o jogo com tudo o que tem, no lugar onde está.

Eu tenho um lema: "A ação sempre vence a inação". As pessoas ricas saem em campo, acreditando que, uma vez dentro do jogo, podem tomar decisões inteligentes, no momento presente, fazer correções de rumo e ajustar as velas durante o percurso.

As pessoas de mentalidade pobre, por não confiarem em si mesmas e nas suas aptidões, acreditam que precisam saber tudo de antemão, o que é praticamente impossível. Enquanto isso, não fazem nada.

Quem pensa pequeno costuma dizer a si mesmo: "Não vou fazer nada até identificar todos os possíveis problemas e saber exatamente como lidar com eles". Assim, nunca age e conseqüentemente sempre perde.

Eu focalizo as oportunidades e não os obstáculos.
Eu tenho uma mente milionária!

As pessoas ricas admiram outros indivíduos ricos e bem-sucedidos.
As pessoas de mentalidade pobre guardam ressentimento de quem é rico e bem-sucedido.

As pessoas de mentalidade pobre costumam olhar para o sucesso alheio com ressentimento, ciúme e inveja. Ora alfinetam com frases do tipo "Que sorte eles têm!" ora sussurram "Esses ricos idiotas".

Se você quer ser uma pessoa boa, mas considera os ricos naturalmente maus, nunca será um deles. É impossível. Como você pode ser algo que despreza?

É espantoso observar o ressentimento e até a raiva pura e simples que muitas pessoas de mentalidade pobre têm dos ricos. É como se acreditassem que eles são os responsáveis pela situação difícil em que elas se encontram. "É isso mesmo, os ricos ficam com todo o dinheiro, por isso não sobra nenhum para mim". Esse é, obviamente, o perfeito discurso da vítima.

Antigamente, nos meus tempos de dureza, eu tinha um carro velho. Mudar de faixa de tráfego nunca era problema. Quase todos os motoristas me deixavam entrar. Depois que fiquei rico e comprei um belo Jaguar preto, novinho em folha, notei que as coisas mudaram. De um dia para o outro, comecei a ser cortado, às vezes ganhando gestos obscenos de brinde. Chegavam a me atirar objetos, e por uma única razão: eu possuía um Jaguar.

Um dia, eu estava dirigindo por um bairro muito simples onde tinha ido distribuir perus de Natal como caridade. Ao abrir o teto solar do Jaguar, percebi atrás de mim quatro sujeitos mal-encarados encarrapitados na traseira de uma picape. Sem mais nem menos, eles começaram a usar o meu carro para jogar basquete, tentando acertar latas de cerveja no teto solar. Vários amassados e arranhões depois, passaram por mim gritando: "Rico filho da mãe!"

Imaginei, é claro, que se tratava de um incidente isolado, até duas semanas depois, quando deixei o carro estacionado na rua de outro bairro também muito simples e, ao retornar, em menos de 10 minutos, encontrei um imenso arranhão na lateral feito à chave.

Na ocasião seguinte, eu fui a essa mesma parte da cidade com um Ford Escort alugado. Para minha surpresa, não houve nenhum problema. Não estou absolutamente inferindo que aqueles bairros sejam habitados por gente má, porém a experiência me diz que algumas pessoas ali guardam ressentimento dos ricos.

Russell H. Conwell :"durante toda a minha vida me disseram que as pessoas ricas são desonestas, indignas, vis e desprezíveis". Meu amigo, é exatamente por aceitar essa idéia que você não tem nenhum dinheiro. A base da sua fé e totalmente falsa. Eu lhe digo com toda a clareza... 98 de cada 100 homens (e mulheres) ricos dos Estados Unidos são honestos. E é por isso que são ricos. É por esse motivo que os outros lhes confiam dinheiro. É por causa disso que realizam grandes empreendimentos e sempre encontram pessoas para trabalhar com eles.
Diz outro jovem: "Às vezes ouço falar de homens que ganham milhões de dólares desonestamente". Sim, é claro que ouve, e eu também. Mas eles são tão raros que os jornais falam a seu respeito o tempo todo como notícia até ficarmos com a impressão de que todos os ricos conseguem as suas fortunas de modo desonesto.
Meu amigo, leve-me aos subúrbios da Filadélfia e me apresente aos moradores que possuem casas ao redor dessa grande cidade, casas belas com jardins e flores, casas esplêndidas de refinada arte, e eu o apresentarei às pessoas mais plenas de caráter e iniciativa da nossa cidade. (...)O dinheiro imprime as suas Bíblias, o dinheiro constrói as suas igrejas, o dinheiro envia os seus missionários e o dinheiro sustenta os seus pastores. Portanto, eu digo que é necessário ter dinheiro.

Outro aspecto interessante da passagem de Conwell é o fato de tantas pessoas terem sido condicionadas a acreditar que não se pode ser ao mesmo tempo rico e bondoso ou rico e espiritualizado. Até eu pensava dessa maneira. Como muitos de nós, ouvia dos meus amigos e professores, da mídia e do resto da sociedade que todo rico é, em princípio, mau e ganancioso. Mais uma vez, esse modo de pensar é pura bobagem. Com base na minha própria experiência de vida, e não em velhos mitos fundamentados no medo, descobri que as pessoas mais ricas que conheço são também as mais amáveis.

Quando nos mudamos para San Diego, fomos morar num dos bairros mais sofisticados da cidade. Adorávamos a beleza da casa e da região, mas eu estava um pouco inseguro, pois não conhecia ninguém ali e ainda não me sentia adaptado. O meu plano era ficar na minha e não me misturar com aqueles endinheirados esnobes. Mas quis o universo que os meus filhos, com cinco e sete anos de idade naquela época, se tornassem amigos das crianças da vizinhança. Assim, não demorou muito para que eu os levasse de carro a uma daquelas mansões para brincar. Lembro-me perfeitamente do momento em que bati na pesada porta de madeira, de pelo menos 6m de altura, maravilhosamente entalhada. A dona da casa a abriu e, com a voz mais simpática do mundo, disse: "Harv, é tão bom conhecê-lo, entre". Eu me senti um pouco confuso ao ver que ela estava me servindo um chá gelado com uma tigela de frutas. "Que brincadeira é esta?" a minha mente cética não parava de perguntar. Logo chegou o marido, que antes se divertia com as crianças na piscina. Ele foi ainda mais simpático: "Harv, estamos felizes por você estar morando no bairro. Venha com a sua família ao nosso jantar amanhã. Vamos apresentá-los aos nossos amigos. Nem pense em recusar. Falando nisso, você joga golfe? Vou jogar depois de amanhã no clube. Venha como meu convidado". Fiquei em estado de choque. Onde estavam os esnobes que eu tinha certeza que encontraria? Fui para casa dizer à minha mulher que iríamos ao jantar.
- Ai, meu Deus - disse ela - eu não tenho roupa.
Mas eu a acalmei:
- Meu bem, você não entendeu. As pessoas são incrivelmente simpáticas e absolutamente informais. Seja você mesma e vai ficar tudo bem.
Fomos e, naquela noite, conhecemos algumas das pessoas mais afetuosas, amáveis, generosas e adoráveis da nossa vida. A certa altura, o assunto enveredou para uma campanha de caridade dirigida por uma das convidadas. Os talões de cheques foram logo aparecendo. Eu mal podia crer na fila que se formara para dar dinheiro àquela mulher. Mas os cheques eram doados sob a condição de que haveria reciprocidade: a mulher apoiaria a obra de caridade em que o doador estivesse envolvido. É isso mesmo, cada pessoa ali era responsável por um projeto dessa natureza ou tinha um papel de destaque nesse trabalho.
O casal que nos convidou participava de várias dessas iniciativas. Na verdade, todo ano o seu objetivo era contribuir com as maiores doações individuais da cidade para o Hospital da Criança. Eles não apenas doavam milhares de dólares como organizavam um jantar anual de gala que arrecadava mais alguns milhares.
Depois, nos tornamos íntimos da família de um dos mais importantes angiologistas do mundo. Ele ganhava uma fortuna fazendo quatro ou cinco cirurgias por dia - cada uma delas custava de US$ 5 a US$ 10 mil.
Eu o menciono como exemplo porque toda terça-feira era o seu dia "livre", em que operava pessoas da cidade que não podiam pagar por esse serviço. Trabalhava das 6h às 22h e realizava cerca de 10 cirurgias, todas de graça. Como se não bastasse, dirigia uma organização própria, cuja missão era convencer outros médicos a adotar o "dia grátis" para os membros das suas respectivas comunidades.
Desnecessário dizer que, diante da realidade, a minha velha crença condicionada de que os ricos são esnobes gananciosos dissipou-se totalmente. Hoje eu sei que a verdade é outra. A minha experiência diz que as pessoas mais ricas que conheço são também as mais amáveis. E as mais generosas. O que não quer dizer que quem não é rico não possa ter essas qualidades. Mas afirmo com segurança que a idéia de que os ricos são em princípio maus é pura ignorância.

A verdade é que o ressentimento contra as pessoas bem-sucedidas financeiramente é uma das maneiras mais seguras de alguém continuar na pior. Nós somos criaturas de hábitos - para superar esse ou qualquer outro hábito, precisamos praticar. Quero que você, em lugar de se ressentir dos ricos, pratique admirá-los, pratique abençoá-los, pratique amá-los.

Uma das minhas filosofias de vida provém da ancestral sabedoria Huna, ensinamentos dos sábios do Havaí. Ela diz o seguinte: "Abençoe aquilo que você quer. Quando vir uma pessoa com uma casa bonita, abençoe a pessoa e a casa. Quando vir uma pessoa com um belo carro, abençoe a pessoa e o carro. Quando vir uma pessoa com uma bela família, abençoe a pessoa e a família. Quando vir uma pessoa com um belo corpo, abençoe a pessoa e o corpo".
"Abençoe aquilo que você quer". - Filosofia Huna

A questão é: se de algum modo você se ressente do que as pessoas possuem, nunca poderá tê-lo.

Eu admiro as pessoas ricas. Eu abençôo as pessoas ricas. Eu amo as pessoas ricas. E vou ser uma pessoa rica também.

Eu tenho uma mente milionária!
Pratique a filosofia Huna: "Abençoe aquilo que você quer". Passeie, compre revistas, observe as casas bonitas e os carros bacanas e leia sobre negócios bem-sucedidos. Abençoe tudo o que você vir e gostar. Abençoe também os proprietários desses bens ou as pessoas que estão envolvidas com eles.
Escreva e envie uma breve carta ou um e-mail a alguém que você conheça (não necessariamente em pessoa) que seja extremamente bem-sucedido em qualquer campo, dizendo-lhe o quanto você o admira e respeita por suas realizações.
As pessoas ricas buscam a companhia de indivíduos positivos e bem-sucedidos.
As pessoas de mentalidade pobre buscam a companhia de indivíduos negativos e fracassados.

As pessoas bem-sucedidas observam outras pessoas bem-sucedidas para se motivar - as vêem como exemplos com os quais podem aprender e dizem a si mesmas: "Se elas conseguem, eu também consigo". Como afirmei antes, o exemplo propicia uma das maneiras fundamentais de aprendizado.

Quem é rico se sente grato por outras pessoas terem tido êxito antes dele, pois, com um modelo para seguir, fica mais fácil encontrar o próprio sucesso.

Ao contrário dos ricos, muitas pessoas de mentalidade pobre, quando ouvem falar do sucesso de alguém, costumam julgar, criticar e escarnecer, além de tentar puxar esse individuo para o seu próprio nível. Quanta gente assim você conhece? Quantos parentes seus agem desse jeito? A questão é: como é possível aprender com os indivíduos que você critica ou se inspirar neles?

Sempre que sou apresentado a alguém muito rico, dou um jeito de conhecer essa pessoa e aprender como ela pensa. Se você acha que estou errado em fazer isso, é porque talvez pense que eu deveria ficar amigo de quem está na pior. Eu não concordo. Como mencionei anteriormente, a energia é contagiosa, e não quero me expor a influências negativas.

Um dia, enquanto eu dava uma entrevista para uma radio, uma mulher telefonou com uma ótima pergunta: "O que faço se sou positiva e quero crescer e o meu marido é alguém que puxa tudo para baixo? Devo deixá-lo? Devo tentar mudá-lo?" Ouço perguntas semelhantes a essa pelo menos 100 vezes por semana nos cursos. Quase todos os participantes querem saber a mesma coisa: "O que fazer se as pessoas do meu convívio íntimo não estão interessadas no crescimento pessoal e até me criticam porque eu estou?".

A resposta é a seguinte: primeiro, não perca tempo tentando mudar pessoas negativas. Não é sua obrigação. O seu dever é usar o que aprendeu para melhorar a si mesmo e a sua vida. Seja o exemplo. Seja bem-sucedido, seja feliz e, quem sabe, as pessoas vejam a luz (em você) e queiram um pouco dela para si próprias. Repito, a energia é contagiosa. A escuridão se dissipa na luz. As pessoas têm que se esforçar para se manter "escuras" quando há luz a sua volta. A sua tarefa é apenas ser o melhor que puder. Se lhe perguntarem o seu segredo, conte.

Segundo, tenha em mente um princípio que ensino nos cursos para que a pessoa aprenda a manifestar a sua vontade, mantendo-se calma, centrada e em paz. Ele diz: "Tudo acontece por um motivo, e esse motivo existe para me ajudar". De fato, é muito mais difícil ser positivo e consciente ao lado de pessoas e circunstâncias negativas, mas esse é o seu teste. Da mesma forma como o aço é endurecido pelo fogo, você crescerá mais rápido e ficará mais forte se permanecer fiel aos seus valores quando todos a sua volta estiverem cheios de dúvidas e propensos a recriminações.

De hoje em diante, quero que pratique reenquadrar a negatividade alheia para se recordar de como não deve pensar e agir. Quanto mais negativas forem as pessoas, mais lembranças você terá do quanto é desagradável ser assim. Não estou sugerindo que lhes diga isso. Apenas aja como proponho, sem condená-las por serem como são. Se começar a julgá-las, criticá-las e menosprezá-las, você acabará não sendo melhor do que elas.

No pior dos casos, se não for mais capaz de lidar com a energia negativa de pessoas que o cercam e se isso o estiver prejudicando de tal maneira que não consiga mais crescer, talvez você precise tomar algumas decisões corajosas a respeito de si próprio e de como quer viver a sua vida. Não estou lhe sugerindo que aja de modo irrefletido, mas eu, por exemplo, jamais poderia conviver com alguém negativo e que desdenhasse do meu desejo de aprender e crescer - pessoal, espiritual e financeiramente. Nunca faria isso comigo mesmo porque tenho respeito por mim e pela minha vida. Mereço toda a felicidade e todo o sucesso que puder ter.

Tenho certeza de que você já ouviu a expressão "cada qual com o seu igual". Você sabia que a maior parte das pessoas ganha 20% a mais ou a menos do que os seus amigos íntimos? Por isso é importante observar quem são as pessoas com quem você se junta e escolher cuidadosamente com quem passar o seu tempo.

Pela minha experiência, vejo que os ricos não entram para clubes de alta classe só para jogar golfe, mas também para estar em contato com outros indivíduos bem-sucedidos. Ha um ditado que diz: "Não se trata do que você sabe, mas de quem você conhece". Faço questão de buscar a companhia de pessoas positivas e de sucesso e, tão importante quanto, de manter distância de quem é negativo.

Além disso, não abro mão de evitar situações destrutivas. Não vejo motivo para me deixar envenenar por uma energia prejudicial. Nisso incluo: discutir, fofocar e falar pelas costas. E acrescento o hábito de assistir a programas bobocas na televisão, a não ser como estratégia de relaxamento, nunca como forma básica de diversão.

As pessoas ricas procuram a companhia de vencedores, enquanto as de mentalidade pobre preferem estar perto de perdedores. Por quê? É uma questão de conforto. Os ricos sentem-se bem com o sucesso dos outros, consideram-se dignos de estar com eles. Quem pensa pequeno está sempre desconfortável ao lado de indivíduos bem-sucedidos, seja porque tem medo de ser rejeitado, seja porque se sente deslocado. Para se proteger, o seu ego parte para o julgamento e a crítica.

Se você quer enriquecer, tem que mudar o seu modelo interno para passar a acreditar que é absolutamente tão capaz quanto qualquer milionário ou multimilionário.

Espero que tenha compreendido. Em vez de desdenhar das pessoas ricas, imite-as. Em vez de evitá-las, conheça-as. Em vez de dizer "Caramba, elas são o máximo", diga "Se elas podem, eu também posso".

Eu imito as pessoas ricas e bem-sucedidas. Eu busco a companhia de pessoas ricas e bem-sucedidas. Se elas podem, eu também posso!

Eu tenho uma mente milionária!

Vá a uma biblioteca, a uma livraria ou acesse a internet para ler a biografia de uma pessoa que é ou foi extremamente rica e bem-sucedida. Roberto Marinho, Antônio Ermírio de Morais, Abílio Diniz, Bill Gates, Donald Trump, Jack Welch e Ted Turner são bons exemplos. Use as suas histórias pessoais para se inspirar, para aprender estratégias de sucesso específicas e, o mais importante, para copiar a sua programação mental.
Associe-se a um clube de alta classe - de tênis, de negócios, de golfe, etc. Aproxime-se de pessoas ricas num ambiente requintado. Se não puder entrar para um clube de alto nível, tome um café ou drinque no hotel mais chique da sua cidade. Sinta-se à vontade nessa atmosfera e observe os clientes. Perceba que eles não são diferentes de você.
Identifique uma situação ou pessoa que puxa você para baixo. Afaste-se dessa situação ou ligação ou diminua os contatos.
Pare de assistir a bobagens na televisão e fique longe de conversas destrutivas.
As pessoas ricas gostam de se promover.
As pessoas de mentalidade pobre não apreciam vendas nem autopromoção.

Não gostar de autopromoção é um dos grandes obstáculos ao sucesso. Em geral, quem reage negativamente a vendas e promoções está na pior. É óbvio. Como alguém pode obter uma receita significativa com o seu próprio negócio ou como representante de um se não está disposto a deixar os outros saberem que ele, o seu produto e o seu serviço existem? No caso de quem é empregado, se a pessoa não divulgar as próprias virtudes, outro funcionário que se disponha a fazer isso passará rapidamente à sua frente na hierarquia da empresa.

As pessoas costumam ter problemas com vendas e autopromoção por vários motivos. Quem sabe você reconhece um deles como o seu?

Primeiro, talvez no passado você tenha tido uma experiência ruim com alguém que tentou lhe vender algo de maneira inadequada. Essa pessoa pode ter forçado a barra, aborrecido você num momento impróprio ou se recusado a aceitar um não. O que importa, em qualquer caso, é reconhecer que esse episódio ficou para trás. Prender-se a ele não é útil hoje.

Segundo, pode ser que você tenha vivido uma experiência decepcionante tentando vender algo a alguém que não estava nem um pouco interessado no seu produto. Nesse caso, a sua aversão a se promover é apenas uma projeção do seu próprio medo do fracasso e da rejeição. Repito: o passado não é necessariamente igual ao futuro.

Terceiro, talvez a sua resistência se origine de uma programação transmitida por seus pais. Muita gente aprende que é falta de educação "vender o próprio peixe". Mas, no mundo real dos negócios e do dinheiro, se você não vender o seu próprio peixe, ninguém fará isso no seu lugar. As pessoas ricas dispõem-se a exaltar as próprias virtudes e os próprios valores a qualquer um que queira ouvi-las e, quem sabe, fazer negócios com elas também.

Finalmente, há quem se considere acima da autopromoção. Chamo isso de síndrome de superioridade, atitude também conhecida como "vejam como sou especial". Nesse caso, o sentimento é este: "Se os outros querem o que eu tenho, eles que me descubram e venham a mim". Os que acreditam nisso ou estão na pior ou estarão em pouco tempo, com certeza. Eles pensam que o mundo inteiro vai se virar pelo avesso para encontrá-los só porque têm um bom produto. No entanto, nunca ninguém vai saber que esse produto existe, pois a empáfia dessas pessoas não lhes permite anunciar isso a quem quer que seja, e o mercado está cheio de concorrentes.

Talvez você conheça este ditado: "Faça uma ratoeira melhor e todas as pessoas virão bater à sua porta". Isso só é verdade quando se acrescenta outra frase depois: "Se elas ficarem sabendo que a ratoeira existe".

Em geral, os ricos são excelentes na atividade da promoção. Estão sempre dispostos a divulgar os seus produtos, os seus serviços e as suas idéias com paixão e entusiasmo. E sabem também como colocá-los numa embalagem atraente.

Robert Kiyosaki, autor de Pai rico, pai pobre, diz que todo negócio, inclusive o de escrever livros, depende de vendas, e observa que é reconhecido como um autor campeão de vendas e não como o melhor escritor. A primeira qualificação paga muito mais do que a segunda.

As pessoas ricas geralmente são líderes e todo grande líder é excelente em autopromoção. Para ser um líder, você tem que ter seguidores e pessoas que o apóiem. Portanto, deve ser capaz de convencer, inspirar e motivar os outros a adotar as suas idéias. Até os presidentes dos países precisam "vender" as suas idéias o tempo todo -ao público, ao Congresso e até ao seu partido - para vê-las implementadas. E, muito antes disso, se não as venderem a si próprios em primeiro lugar, não conseguirão nem se eleger.

Em suma, todo líder que não pode ou não quer se promover não ocupará essa posição por muito tempo, seja na política, nos negócios, nos esportes - nem mesmo em casa, como pai ou mãe.

O ponto crítico nessa questão não é se você gosta ou não de se promover, mas por que precisa fazer isso. Tudo se resume às suas crenças. Você crê de verdade no seu próprio valor? Acredita de fato no seu produto ou serviço? Está inteiramente seguro de que ele beneficia as pessoas para as quais está tentando vendê-lo?

Se você tem certeza do valor do seu produto, por que escondê-lo de quem necessita dele?

Se você acreditar que o que tem a oferecer pode ser verdadeiramente útil para as pessoas, terá grandes chances de ficar rico.

Promovo o meu valor com paixão e entusiasmo.
Eu tenho uma mente milionária!

Dê uma nota de um a dez ao produto ou serviço que você está oferecendo atualmente (Ou pensando em oferecer), de acordo com o grau de confiança que tem nele. Se a nota for de sete a nove, faça uma nova avaliação com o objetivo de elevar o seu valor. Caso o resultado seja igual ou inferior a seis, pare de oferecê-lo e comece a trabalhar com algo em que você realmente acredite.
Leia livros e faça cursos de marketing e vendas. Torne-se um especialista nessas áreas, capaz de vender o seu produto ou serviço com sucesso e total integridade.
As pessoas ricas são maiores do que os seus problemas.
As pessoas de mentalidade pobre são menores do que os seus problemas.

Como já disse, enriquecer não é um passeio no bosque. É uma viagem cheia de curvas, guinadas, desvios e obstáculos. A estrada para a riqueza é repleta de perigos e armadilhas, e é precisamente por isso que a maioria das pessoas não a toma. Elas não querem os atritos, as dores de cabeça e as responsabilidades decorrentes. Em suma, não desejam problemas.

Nesse aspecto se encontra uma das maiores diferenças entre as pessoas ricas e bem-sucedidas e as de mentalidade pobre: as primeiras são maiores do que os seus problemas, enquanto as últimas são menores do que eles.

Aqueles que pensam pequeno fazem qualquer coisa para evitar obstáculos. Quando se vêem diante de um desafio, saem correndo. A ironia é que, nessa busca por uma vida sem complicações, eles acabam tendo outros problemas, sentindo-se muitas vezes fracassados. O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se esquivar ou se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade.

Elven R. Silva